João Luís Cardoso
Cardoso_1

Researcher

Universidade Aberta
Rua da Escola Politécnica, n.º147
1269-001 Lisboa
Portugal

  joao.cardoso@uab.pt

Research Interests

• Pré-História
• História da Arqueologia
• Geoarqueologia
• Zooarqueologia

Short Bio

Born in 1956 is Full Professor of Prehistory at the Open University, Lisbon, Portugal. He is membership of several Academies, as Academy of Sciences of Lisbon, Portuguese Academy of History, Royal Academy of History of Madrid and the German Archaeological Institute (Berlin).
His activity as archaeologist, geologist and palaeontologist begun in 1975, and presently he is author or co-author of 650 papers and book chapters besides several books of archaeology, including two books dedicated to the Prehistory of Portugal.http://www.icarehb.com/wp-content/uploads/2018/01/jcardoso_CV.pdf

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Key Publications

Paleolítico
• Novas jazidas paleolíticas dos arredores de Alcochete. Setúbal Arqueológica (1976/1977). Setúbal. 2/3: 7-48. De col. com J. Monjardino.

• Achados antigos de Paleolítico na região de Mafra. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1978). Lisboa. 63: 611-629. De col. com G. Zbyszewski.

• As indústrias paleolíticas de Samouco e sua posição dentro do conjunto quaternário do baixo Tejo. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1978). Lisboa. 63: 567-609. De col. com G. Zbyszewski.

• Núcleo paleolítico de grandes dimensões. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1978). Lisboa. 63: 407-411. De col. com A. Raposo.

• A jazida paleolítica de Vale da Fonte (Belver). Setúbal Arqueológica (1978). Setúbal. 4: 7-28.

• Vestígios de praia calabriana com indústrias da “Pebble-Culture” no Alto de Leião - Paço de Arcos. Bol. Soc. Geol. Portugal (1979). Lisboa. 21 (2/3): 185-196. De col. com C. Penalva.

• Indústrias pré-históricas nas praias actuais da costa norte da foz do Tejo. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1979). Lisboa. 65: 239-251. De col. com G. Zbyszewski e C. Penalva.

• Contribuição para o conhecimento das indústrias líticas mais antigas do território português: as jazidas com “Pebble-Culture” da Formação de Belverde - Península de Setúbal. Setúbal Arqueológica (1979). Setúbal. 5: 31-45. De col. com T.M. Azevedo, C. Penalva e G. Zbyszewski.

• A jazida paleolítica de Cabecinho (Freguesia de São Domingos de Rana, Concelho de Cascais). Bol. Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa (1982). Lisboa. Série III, 88(1): 225-236.

• A jazida paleolítica de Cabecinho - 1982. Informação Arqueológica (1985). Lisboa. 5: 81.

• Novos elementos acerca do corte de Aldeia Nova e das indústrias líticas da região de Vila Real de Santo António. Actas da I Reunião do Quaternário Ibérico (Lisboa, 1985). Lisboa. 2: 175-186. De col. com L. Raposo e J.P. Medeiros.

• O Paleolítico do antigo Campo de Aviação da Amadora. Arqueologia (1985). Porto, 12 (Volume de homenagem a Jean Roche): 56-70. De col. com G. Zbyszewski.

• O Paleolítico da jazida de Linda-a-Pastora. In Da Pré-História à História (1987). Volume de homenagem a O. da Veiga Ferreira. Lisboa. Delta: 111-152.

• Notícia Explicativa da Carta Geológica de Portugal à escala de 1/50 000. Folha 53-B-Tavira. Paleolítico (1988). Lisboa. Serviços Geológicos de Portugal: 31-32.

• O Paleolítico Borel-Horta (Amadora). Arqueologia (1988). Porto, 18 (Volume de homenagem a E. Cunha Serrão): 29-52. De col. com G. Zbyszewski.

• Três estações paleolíticas da serra de Monsanto – Tapada da Ajuda, Moinho das Cruzes e Moinho da Carrasqueira. Lisboa – Revista Municipal (1988). Lisboa. 26: 3-44. De col. com G. Zbyszewski.

• Paleolítico Médio e Superior em Portugal: datas 14C, estado actual dos conhecimentos, síntese e discussão. Ciências da Terra (1989). Lisboa. 10: 127-138. De col. com M.T. Antunes, J.M.P. Cabral, J. Pais e A.M. Monge Soares.

• Artefactos do Paleolítico Superior da gruta Escoural (Montemor-o-Novo, Évora). Almansor (1990). Montemor-o-Novo. 8: 15-36. De col. com M. Varela Gomes e M. Farinha dos Santos.

• Le Paléolithique du gisement de Casal da Serra (Amadora). Actas do 1º Congrès Mediterranéen d’Ethnologie Historique (Lisboa, 1991). Mediterrâneo (1992). Lisboa. 1: 221-230. De col. com G. Zbyszewski.

• Paleolítico Médio em Galapos (Arrábida). Ciências da Terra (1992). Lisboa. 11: 7-16. De col. com M.T. Antunes, J.C. Kullberg e P. Legoinha.

• O Paleolítico do Complexo Basáltico de Lisboa. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1992). Oeiras. 3, 645 pág. De col. com G. Zbyszewski e M.C. André.

• Zagaias do Paleolítico Superior de Portugal. Portugália (1994). Porto. 15(N.S.): 7-31. De col. com M. Varela Gomes.

• As mais antigas presenças humanas na Estremadura. In Portugal e o Mundo, Actas dos Primeiros Cursos Internacionais de Verão de Cascais (Cascais, 1994) (1995). Cascais: Câmara Municipal de Cascais: 85-117.

• As indústrias paleolíticas da gruta da Figueira Brava (Setúbal). Actas da Terceira Reunião do Quaternário Ibérico (Coimbra, 1993) (1995). Coimbra. Grupo de Trabalho Português para o Estudo do Quaternário: 451-456. De col. com L. Raposo.

• Achados de Paleolítico Inferior e Médio da região de Rio Maior. Al-Madan (1995). Almada. Série II, 4: 5-9. De col. com J. Norton.

• A jazida paleolítica do Reduto de Renato Gomes Freire (Alto da Barra) – Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 11-21. De col. com G. Zbyszewski, M. Leitão e C.T. North.

• Três jazidas paleolíticas do Complexo Basáltico de Lisboa: Damaia, Venteira e Casal da Barroca (Amadora). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 23-38. De col. com G. Zbyszewski.

• Jazida paleolítica de Varge Marinho (Sintra). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 39-47. De col. com G. Zbyszewski.

• Novas escavações na gruta da Ponte da Lage (Oeiras). Revisão dos materiais paleolíticos. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 49-66.

• As praias calabrianas da Estremadura Portuguesa e as primeiras comunidades peninsulares: o estado da questão. Actas dos Segundos Cursos Internacionais de Verão de Cascais (Cascais, 1995) (1996). Cascais. 1: 213-254.

• Nota acerca das indústrias mustierenses da Gruta Nova da Columbeira. Actas do II Congreso de Arqueología Peninsular (Zamora, 1996) (1997). Zamora. Fundación Rei Afonso Henriques, 1: 27-33. De col. com L. Raposo.

• Nota preliminar – trabalhos arqueológicos no sítio do Paleolítico Médio da Conceição. Al-Madan (1997). Almada. Série II, 6: 5-13. De col. com L. Raposo.

• O sítio do Paleolítico Médio da Conceição (Alcochete) (1998). Lisboa. Centro de Estudos e Monitorização Ambiental da Lusoponte, 74p. De col. com L. Raposo.

• Las indústrias líticas de la Gruta Nova de Columbeira (Bombarral, Portugal) en el contexto del Mustierense Final de la Península Ibérica. Trabajos de Prehistoria (1998). Madrid. 55 (1): 39-62. De col. com L. Raposo.

• Um notável biface acheulense da serra do Brunheiro (Chaves). In Stvdivm Dilectvm (1999). Colectânea de homenagem ao Prof. Doutor Justino Mendes de Almeida. Lisboa. Academia Portuguesa da História: 251-263. De col. com M. Farinha dos Santos.

• Gruta Nova da Columbeira, gruta das Salemas and gruta da Figueira Brava, stratigraphy, and chronology of the pleistocene deposits. Colóquio Internacional Os últimos neandertais em Portugal, evidência odontológica e outra (Lisboa, 1999). Memórias da Academia das Ciências de Lisboa – Classe de Ciências (2000). Lisboa. 38: 23-67. De col. com M.T. Antunes.

• Mousterian industries in the Gruta da Figueira Brava. Colóquio Internacional Os últimos neandertais em Portugal, evidência odontológica e outra (Lisboa, 1999). Memórias da Academia das Ciências de Lisboa – Classe de Ciências (2000). Lisboa. 38: 319-337. De col. com L. Raposo.

• A gruta da Figueira Brava no contexto do Paleolítico Médio Final do sul e ocidente ibéricos. Actas do Encontro sobre Arqueologia da Arrábida (Convento da Arrábida, 1998). Trabalhos de Arqueologia (2000). Lisboa. 14: 7-19. De col. com L. Raposo.

• A questão das primeiras ocupações humanas do território português, no quadro europeu e circummediterrânico: história das investigações, situação actual, perspectivas futuras. Estudos do Quaternário (2000). Braga. 3: 57-72. De col. com L. Raposo.

• A Gruta Nova da Columbeira (Bombarral). Bombarral (2002). Câmara Municipal do Bombarral, 142p. De col. com L. Raposo e O. da Veiga Ferreira.

• Reflexiones sobre el Solutrense português: a propósito de la industria Paleolítico Superior de Correio-Mor (Loures). Zephyrvs (2005) Salamanca. 58: 88-110. De col. com M.S. Corchón.

• The Mousterian complex in Portugal. Homenage a Francisco Jordá Cerdá. Zephyrvs (2006). Salamanca. 59: 21-50.

• Materiais paleolíticos da região de Santo Estêvão (Benavente): novos achados. Colóquio Margarida Ribeiro (Coruche, 2006). Actas. Câmara Municipal de Coruche (2008): 111-129. De col.com J.C. Caninas.

• Paleolithic occupations and lithic assemblages from Furninha cave, Peniche (Portugal). Zephyrvs (2010). Salamanca. 66, p.17-37. De col. com N. Bicho.

• Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, Portugal): site stratigraphy, age of the Mousterian sequence, and implications for the timing of Neanderthal extinction in Iberia. Quartär. (2011). 58, p.93-112. De col. com J. Zilhão, A.W.G. Pike e B. Weninger.

• O Paleolítico Médio de S. Julião da Barra: a indústria lítica dos depósitos flúvio-marinhos intervencionados no âmbito da construção do Campus universitário de Carcavelos. In J.M. Arnaud e A. Martins, coord., Arqueologia em Portugal 2017 - Estado da questão. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses (2017), p.331-340. De col. com P. Peça e R. Santos.

 

Mesolítico
• Nota acerca de um novo tipo de machado mirense proveniente de Bensafrim. Trabalhos de Arqueologia do Sul (1986). Évora. 1: 29-31. De col. com M.T. Antunes, O. da Veiga Ferreira e G. Manuppella.

• A mais antiga representação de Equus do vale do Tejo. Almansor (1989). Montemor-o-Novo. 7: 167-209. De col. com M. Varela Gomes.

• A ocupação epipaleolítica de Penha Verde (Sintra). Setúbal Arqueológica (1992). Setúbal. 9-10: 7-16. De col. com O. da Veiga Ferreira.

• Vantajosas cautelas. Al-Madan (1995). Almada, Centro de Arqueologia de Almada. S. II, 4: 166.

• Caracterização do machado mirense. Os materiais de Monte dos Amantes (Vila do Bispo, Algarve). Actas do I Encontro de Arqueologia da Costa Sudoeste. Volume de homenagem a Georges Zbyszewski (Sagres, 1991). Setúbal Arqueológica (1997). Setúbal. 11/12: 121-146. De col. com M.V. Gomes.

• Comunidades humanas da Estremadura à costa vicentina, do Pré-Boreal ao final do Atlântico: aspectos arqueológicos, económicos e paleoambientais. In Evolução geohistórica do litoral português e fenómenos correlativos. Geologia, História, Arqueologia e Climatologia (A.A. Tavares, M.J.F. Tavares e J.L. Cardoso, edts.). Lisboa; Universidade Aberta (2004): 305-357.

• A estação mesolítica da Amieira (Sesimbra). Estudos Arqueológicos de Oeiras (Homenagem a Octávio da Veiga Ferreira). Oeiras (2008). 16: 235-245. De col. com A. Faustino de Carvalho.

 

Neolítico e Calcolítico
• Flauta, chamariz ou negaça de caça, de osso, encontrada no castro de Leceia (Barcarena). Bol. Cultural da Junta Distrital de Lisboa (1975). Lisboa. Série III, 81: 57-63. De col. com O. da Veiga Ferreira.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Lisboa, Portugal). Nota prévia sobre a colecção de Álvaro de Brée. Bol. Soc. Geol. Portugal (1979). Lisboa. 21(2/3): 265-273.

• Análise por fluorescência de Raios X de peças de cobre do castro de Leceia. Setúbal Arqueológica (1979). Setúbal. 5: 103-114. De col. com F. Bragança Gil e G. Ferreira.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Lisboa, Portugal). Estudo da colecção do Escultor Álvaro de Brée. 1ª parte. Revista de Guimarães (1980). Guimarães. 90: 211-304.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Lisboa, Portugal). Estudo da colecção do Escultor Álvaro de Brée. 2ª parte. Revista de Guimarães (1981). Guimarães. 91: 120-233.

• O castro de Leceia (1982). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras, 43p.

• O povoado calcolítico de Leceia (Oeiras). 1ª e 2ª campanhas de escavação. Clio/Arqueologia (1983/84). Lisboa. 1: 41-68. De col. com C. Tavares da Silva e J. Soares.

• Breve nota sobre um artefacto pré-histórico encontrado na serra de Sintra. Arquivo de Cascais (1984). Cascais. 5: 65-67.

• Povoado pré-histórico de Leceia – 1983. Informação Arqueológica (1985). Lisboa. 5: 86-87. De col. com C. Tavares da Silva e J. Soares.

• O povoado calcolítico de Leceia (Oeiras). Oeiras - Revista Municipal (1986). Oeiras. 14: 17-18.

• Povoado pré-histórico de Leceia - 1984. Informação Arqueológica (1986). Lisboa. 6: 55-56. De col. com J. Soares e C. Tavares da Silva.

• Povoado de Leceia - 3ª campanha. Informação Arqueológica (1986). Lisboa. 7: 52-53. De col. com C. Tavares da Silva e J. Soares.

• Neolítico da Comporta: aspectos cronológicos (datas 14C) e paleoambientais Arqueologia (1986). Porto. 14: 59-82. De col. com C. Tavares da Silva, J. Souto Cruz e C.A. Sousa Reis.

• Oeiras há 5000 anos. Monografia de Leceia (1987). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras, 24p. De col. com C. Tavares da Silva e J. Soares.

• Povoado de Leceia (Oeiras) – 1986. Informação Arqueológica (1987). Lisboa. 8: 46-52.

• Nota acerca de uma conta amuleto encontrada no “tholos” da Tituaria (Mafra). O Arqueólogo Português (1987). Lisboa. Série IV, 6: 89-99. De col. com M. Leitão e O. da Veiga Ferreira.

• Leceia - resultados das escavações realizadas 1983-1988 (1989). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras, 146p.

• Três suportes de lareira da Penha Verde (Sintra). Revista de Arqueologia da Assembleia Distrital de Lisboa (1990). Lisboa. 1: 5-12. De col. com O. da Veiga Ferreira.

• A lapa do Bugio (Sesimbra). Sesimbra Cultural (1990). Sesimbra. 0: 15-34.

• Notas e comentários à reedição de Ribeiro, C. (1878) . Estudos prehistoricos em Portugal. Notícia da estação humana de Licêa. Academia Real das Sciências de Lisboa, 68p. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1991). Oeiras. 1, 184p.

• A reconstrução de grandes estruturas em povoados calcolíticos. O exemplo de Leceia (Oeiras). Actas das IV Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Lisboa, 1990). Lisboa (1991): 139-146.

• A ocupação neolítica do Algar de João Ramos (Turquel, Alcobaça). Actas das IV Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Lisboa, 1990). Lisboa (1991): 277-285.

• Restos humanos do povoado pré-histórico de Leceia. Estudos de Antropologia física. STOMA - Cadernos de Estomatologia, maxilo-facial e Medicina Dentária (1991). Lisboa. 20: 7-14. De col. com D. de Aguiar e A. Santinho Cunha.

• O Homem Pré-histórico no concelho de Oeiras. Estudos de Antropologia Física. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1991). Oeiras. 2, 85p. De col. com A. Santinho Cunha e D. de Aguiar.

• O espólio arqueológico da Lapa do Saldanha - Pernes. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1991). Lisboa. 76: 163-166. De col. com J.R. Carreira.

• Dois artefactos de osso, pós-paleolíticos, da gruta do Escoural (Montemor-o-Novo, Évora). Almansor (1991). Montemor-o-Novo. 9: 75-94. De col. Com M. Varela Gomes e M. Farinha dos Santos.

• Sobre os ídolos de calcário - “pinhas” - do Calcolítico da Estremadura. Algumas considerações sobre dois exemplares da Lapa do Bugio (Sesimbra). Sesimbra Cultural (1991). Sesimbra. 1: 6-14.

• Testemunhos de ocupação neolítica da serra do Monsanto. Al-Madan (1992). Almada. Série II, 1: 15-18. De col. com J. Roque Carreira.

• Acerca de um suporte de lareira do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Al-Madan (1992). Almada. Série II, 1: 23-26.

• Testemunhos megalíticos de Afonso Vicente (Alcoutim). Notícia preliminar. Al-Madan (1992). Almada. Série II, 1: 92-93. De col. com M. Varela Gomes e A. Nascimento Joaquim.

• A lapa do Bugio. Setúbal Arqueológica (1992). Setúbal. 9-10: 89-225.

• Estação pré-histórica de Barotas (Oeiras). Setúbal Arqueológica (1992). Setúbal. 9-10: 229-245. De col. com J. Barros da Costa.

• A jazida neolítica da Amieira (Sesimbra) (nota da sua identificação). Sesimbra Cultural (1992). Sesimbra. 2: 10-14.

• Escavações de Nery Delgado no planalto de Cesareda nas grutas da Lapa Furada e da Malgasta (Peniche): estudo do espólio arqueológico. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1992). Lisboa. 78(2): 145-173. De col. com J.R. Carreira.

• Cerâmicas unguladas do povoado calcolítico da Penha Verde. Al-Madan (1993). Almada. Série II, 2: 35-38. De col. com J.R. Carreira e O. da Veiga Ferreira.

• Escavações na região megalítica do Rosmaninhal. O menir de Cegonhas - primeira notícia. Alto Tejo (1993). Vila Velha de Ródão. 17/18: 1-2.

• Comentário ao sítio arqueológico de Leceia (Oeiras). In Lisboa Subterrânea (1994) (coord. A.M. Arruda). Catálogo da Exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia (Lisboa. Capital Europeia da Cultura/94). Lisboa. Instituto Português de Museus: 172-173.

• Leceia 1983-1993. Escavações do povoado fortificado pré-histórico. Estudos Arqueológicos de Oeiras, número especial (1994). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras, 164p.

• L’habitat chalcolithique fortifiée de Leceia. Les dossiers de l’Archeologie (1994). Quétigny. Faton. 198: 10-15.

• Leceia. Informação Arqueológica (1994). Lisboa. 9: 63-64.

• A sepultura de Castro Marim. Comunic. Inst. Geol. e Mineiro (1994). Lisboa. 80: 99-105. De col. com M. Varela Gomes e A. Santinho Cunha.

• Sobre a existência de cerâmicas impressas e incisas no Neolítico final estremenho. Actas das V Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Lisboa, 1993). Lisboa (1994). 2: 69-78. De col. com J.R. Carreira.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Resultados das escavações efectuadas (1983-1993). Actas do I Congresso de Arqueologia Peninsular (Porto, 1993). Porto (1995). 5: 115-129.

• Ocupação campaniforme do povoado de Montes Claros. In A Idade do Bronze em Portugal - Discursos de Poder (1995) (coord. S. Oliveira Jorge). Catálogo da Exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa. Instituto Português de Museus: 35.

• Os povoados fortificados do Monte da Tumba e de Leceia. Elementos para um estudo comparado. In Origens, estruturas e relações das Culturas calcolíticas da Península Ibérica. Actas das Primeiras Jornadas Arqueológicas de Torres Vedras (Torres Vedras, 1987). Trabalhos de Arqueologia. Lisboa (1995). 7: 159-168. De col. com J. Soares e C. Tavares da Silva.

• Sobre a cronologia absoluta das grutas artificiais da Estremadura portuguesa. Al-Madan (1995). Almada. Série II, 4: 10-13. De col. com A.M. Monge Soares.

• Materiais arqueológicos inéditos das grutas de Carnaxide (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 67-86.

• O santuário calcolítico da gruta do Correio-Mor (Loures). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 97-121. De col. com M. Leitão, J. Norton, O. da Veiga Ferreira e C.T. North.

• Estudo arqueometalúrgico de um lingote de cobre de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 153-164. De col. com F. Braz Fernandes.

• Ossos de cetáceo utilizados no Calcolítico da Estremadura. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 193-198.

• Dentes de tubarões miocénicos em contextos pré-históricos portugueses. Estudo comparado dos materiais de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 199-211. De col. com M.T. Antunes.

• Os ídolos falange do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudo comparado. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 213-232.

• Possíveis pontas de seta calcolíticas de osso do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 233-241.

• Cerâmicas decoradas a pente, do Calcolíticopleno de Leceia (Oeiras) e da Penha Verde (Sintra). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 243-249.

• Símbolos sexuais do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 251-261.

• Cronologia absoluta para as ocupações do Neolítico Final e do Calcolítico Inicial do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 263-276. De col. com A.M. Monge Soares.

• O povoado pré-histórico de Montes Claros (Lisboa). Resultados das escavações de 1988. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 277-298. De col. com J. Roque Carreira.

• O menir de Cegonhas (Idanha-a-Nova). Estudos Pré-Históricos (1996). Viseu. 3: 5-17. De col. com M. Varela Gomes, J.C. Caninas e F.R. Henriques.

• A anta 6 do Couto da Espanhola (Rosmaninhal, Idanha-a-Nova). Estudos Pré-Históricos (1996). Viseu. 3: 19-37. De col. com J.C. Caninas e F. Henriques.

• Contribution d’une série de datations C14, provenant du site de Leceia (Oeiras, Portugal), à la chronologie absolue du Néolithique et du Calcolithique de l’Estemadura Portugaise. Actes du Colloque de Périgueux (1995). Supplément à la Revue d’Archéométrie (1996). Rennes. 45-50. De col. com A.M. Monge Soares.

• Novos elementos para o estudo do Neolítico Antigo da região de Lisboa. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 9-26. De col. com J.R. Carreira e O. da Veiga Ferreira.

• Materiais arqueológicos inéditos do povoado pré-histórico de Carnaxide (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 27-45.

• A ocupação neolítica de Leceia (Oeiras). Materiais recolhidos em 1987 e 1988. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 47-89. De col. com J. Soares e C. Tavares da Silva.

• Estatuetas zoomórficas de terracota do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 91-106.

• Pesos de pesca do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras): estudo comparado. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 107-119.

• O monumento pré-histórico de Tituaria, Moinhos da Casela (Mafra). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 135-193. De col. com M. Leitão, O. da Veiga Ferreira, C.T. North, J. Norton, J. Medeiros e P. Fialho de Sousa.

• O espólio arqueológico das grutas naturais da Senhora da Luz (Rio Maior). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 195-256. De col. com O. da Veiga Ferreira e J.R. Carreira.

• Ocupação calcolítica do Monte do Castelo (Leceia, Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 287-299. De col. com J. Norton e J.R. Carreira.

• A estação pré-histórica do Casal de Barronhos (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 301-316. De col. com J.R. Carreira e F.P. Lopes.

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• Sobre os ídolos de calcário de Pêra (Silves) e o seu significado no quadro do calcolítico do sul peninsular. O Arqueólogo Português (2002). Lisboa. Série IV, 20: 61-76.

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• A estação do Neolítico Antigo de Cabranosa (Sagres). Contribuição para o estudo da neolitização do Algarve. Actas do II Colóquio Internacional sobre Megalitismo (Monsaraz, 2000) (V.S. Gonçalves, coord.). Lisboa: Instituto Português de Arqueologia (2003): 23-43. De col. com A.F. Carvalho. (Trabalhos de Arqueologia, 25)

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• O povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras) no quadro da investigação, valorização e divulgação do património arqueológico nacional. Mesa-Redonda “Recintos murados da Pré-História Recente” (Porto, 2003). S.O. Jorge (coord.), Actas. Porto: Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras do Porto/Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (2003): 219-223.

• Colonização, sim, mas com interacção… Comentário a A.F. Carvalho, “A emergência do Neolítico no actual território português”. O Arqueólogo Português (2003). Lisboa. Série IV, 21: 100-108.

• Da Aldeia à “Cidade”: alguns exemplos da Pré-História portuguesa. Discursos (2003). Lisboa. Série III, 5: 65-81.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras), síntese de vinte anos de escavações arqueológicas. VII Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Lisboa, 2003). Actas. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses: 177-185 (Arqueologia e História, 55).

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• O povoado Calcolítico do Outeiro de São Mamede (Bombarral): estudo do espólio das escavações de Bernardo de Sá (1903/1905). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2003). 11: 97-228. de col. com J.R. Carreira.

• O comércio de matérias-primas de origem geológica dos meados do VI milénio a.C. aos finais do III milénio a.C., no Ocidente peninsular: breve ensaio. Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa (2003). Lisboa. 121: 91-106.

• A gruta do Correio-Mor (Loures). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2003). 11: 229-321.

• O povoado pré-histórico de Leceia no quadro da investigação, recuperação e valorização do património arqueológico português. Síntese de vinte anos de escavações arqueológicas (1983-2002) (2003). Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, 70p.

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• Insights into the earliest agriculture of Central Portugal: sickle implements from the Early Neolithic site of Cortiçóis (Santarém). Comptes Rendus Palevol (Academia das Ciências de Paris), 12, 2013, p.31-41. De col. com A.F. Carvalho e J. Gibaja Bao.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras): estudo dos utensílios de pedra lascada. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20, 2013, p.357-524. De col. com F. Martins.

• A necrópole campaniforme da gruta da Ponte da Lage (Oeiras): estudo dos espólios cerâmicos e metálicos e respectiva cronologia absoluta. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20, 2013, p.589-604.

• Las producciones de adorno personal en rocas verdes del SW peninsular: los casos de Leceia, Moita da ladra y Penha Verde. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20, 2013, p.605-622. De col. com C. Odriozola, R. Villalobos Garcia, R. Boaventura, A.C. Sousa e J.M. Martínez-Blanes.

• O povoado pré-histórico do Outeiro Redondo (Sesimbra). Resultados da primeira fase de escavações arqueológicas (2005-2008). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20, 2013, p.641-730.

• A evolução do paleoestuário da ribeira de Barcarena entre os finais do VI milénio e os finais do III milénio a.C. segundo a presença de Ostrea edulis L. In J. Soares (ed.), Prehistory of wetlands. (Setúbal, 2011). Actas (2013): 113-122. (Setúbal Arqueológica 14)

• O sítio do neolítico Antigo de Cortiçóis – Almeirim, Santarém. Revista Portuguesa de Arqueologia. Lisboa (2013). 16: 27-61. De col. com A.F. Carvalho e J.F. Gibaja Bao.

• Estudo das evidências de produção metalúrgica no Outeiro Redondo (Sesimbra). Arqueologia em Portugal. 150 anos. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses (2013), p.463-468. De col. com F. Pereira, M.J. Furtado, A.M.M. Soares e M.F. Araújo.

• O campaniforme de Freiria (Cascais). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20 (2013), p.525-588. De col. com G. Cardoso e J. d´Encarnação.

• O povoado campaniforme fortificado da Moita da Ladra (Vila Franca de Xira, Lisboa) e a sua cronologia absoluta. O Arqueólogo Português. Lisboa. Série V, 3, p.213-254 (2013). De col. com A.M. Monge Soares e J.M. Matos Martins.

• No limite oriental do grupo megalítico de Reguengos de Monsaraz. 4.º volume da 2.º série das Memórias d´Odiana, da autoria de Victor S. Gonçalves. Uma apresentação crítica. Al-Madan online. Série II (19), Tomo 1 (2014), p.181-183.

• Absolute chronology of the Beaker phenomenon North of the Tagus estuary: demographic and social implications. Trabajos de Prehistoria. Madrid.71 (1) (2014), p.56-75 (doi: 10.3989/tp.2014.12124).

• Manifestazioni del vaso campaniforme nel território portoghese. In R.C. de MARINIS (ed.), Le manifestazioni del sacro e l´Età del Rame nella regione alpina e nella pianura padana. Studi in memoria di Angelo Rampinelli Roca. Brescia: Euroteam (2014), p.279-319.

• The polimorphism of graves and the distribution of archaeological remains in the Southwest Bronze Age necropolis of Soalheironas (Alcoutim). In A. Cruz, E. Cerrillo-Cuenca, P. Bueno Ramírez, J.C. Canincas e C. Batata (eds.), Rendering death: ideological and archaeological narratives from Recent Prehistory (Iberia). Oxford: BAR international series 2648 (2014), p.119-124. De col. com A. Gradim.

• Human bones from Chalcolithic walled enclosures of Portuguese Estremadura: the examples of Zambujal and Leceia. In A.C. Valera (ed.), Recent prehistoric enclosures and funerary practices in Europe. Oxford: BAR International Series 2676 (2014), p.83-98. De col. com M. Kunst e A.J. Waterman.

• Polished stone tools. In A.F. Carvalho (ed.), Bom Santo cave (Lisbon) and the Middle Neolithic societies of Southern Portugal. Faro (2014): Universidade do Algarve, p.185-194. (Promontoria Monográfica, 17)

• Perscrutando espólios antigos: a gruta da Pedra Furada 1 (Vila Franca de Xira). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.159-182. De col. Com A.M. Silva, R. Boaventura, J. Pimenta e C. Detry.

• A sepultura calcolítica da gruta da Ponte da Laje (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.183-194.

• O povoado calcolítico fortificado da Moita da Ladra (Vila Franca de Xira, Lisboa): resultados das escavações efectuadas (2003-2006). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.217-294.

• A presença campaniforme no território português. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.295-348.

• O povoado pré-histórico do Zambujal (Sesimbra). Revista Poruguesa de Arqueologia. Lisboa. 17, p.95-112.

• The Bell-beaker complex in Portugal: na overview. O Arqueólogo Português. Lisboa (2014/2015). Série V(4/5), p.269-302.

• Insights on the changing dynamics of cemetery use in the Neolithic and Chalcolithic of Southern Portugal. Radiocarbon dating of Lugar do Canto cave (Santarém). SPAL (2015). 24, p.35-53. De col. com A.F. Carvalho.

• The Bom Santo Cave (Lisbon, Portugal): catchment, diet, and patterns of mobility of a Middle Neolithic population. European Journal of Archaeology (2015). 18(2), p.1-28. De col. com A.F. Carvalho e outros (F. Alves-Cardoso, D. Gonçalves, R. Granja, R.M. Dean, J.F. Gibaja, M.A. Masucci, E. Arroyo-Pardo, E. Fernández-Domínguez, F. Petchey, T.D. Price, J.E. Mateus, P.F. Queiroz, P. Callapez, C. Pimenta e F.T. Regala).

• A estação do Neolítico Antigo do Carrascal(Oeiras, Lisboa, Portugal). 5.º Congresso do Neolítico Peninsular (Lisboa, 2010). Actas (2015). Lisboa: Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa (Estudos & Memórias, 8), p.159-168.

• Na Estremadura do Neolítico Antigo ao Neolítico Final: contributos de um percurso pessoal. In O Neolítico em Portugal antes do Horizonte 2020: perspectivas em debate. Lisboa (2015): Associação dos Arqueólogos Portugueses, p.25-49. [Também publicado, com maior riqueza iconográfica em: Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 22 (2015), p.93-138]

• Metallurgical production evidences in the Chalcolithic settlement of Moita da Ladra (Vila Franca de Xira, Portugal). IV International Congress Archaeometallurgy in Europe. Madrid, 1-3 Junho 2015. Poster. De col. com F. Pereira, R.J. Silva, A. Monge Soares e M.F. Araújo.

• O povoado do Carrascal (Oeiras). Estudo das ocupações do Neolítico Final e do Calcolítico. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2015). Oeiras. 22, p.139-234. De col. com A.C. Sousa e M.C. André.

• O povoado do Neolítico Final e do Calcolítico da Travessa das Dores (Ajuda – Lisboa). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2015). Oeiras. 22, p.238-280. De col. com N. Neto e P. Rebelo.

• Nos 50 anos da identificação do megalitismo não funerário alentejano. O povoamento da região de Reguengos de Monsaraz nos IV e III milénios a.C. Al-Madan online. Almada. Série II, 19(2), p.70-83.

• The transition to agriculture in south-western Europe: new isotopic insights from Portugal’s Atlantic coast. Antiquity (2016), p.604-619. Em col. com E.J. Guiry, M. Hillier, R. Boaventura, A.M. Silva, L. Oosterbeek, T. Tomé, A. Valera, J.C. Hepburn e M.P. Richards.  

• Báculos e placas de xisto: os primórdios da sua investigação. In Terra água. Escolher sementes, invocar a deusa. Estudos em Homenagem a Victor S. Gonçalves. Lisboa: Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa/Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2016), p.69-80.

• O povoado pré-histórico do Outeiro Redondo (Sesimbra): resultados das campanhas de escavação de 2013 e 2014. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 23 (2016/2017), p.233-392. De col. com F. Martins.

• O povoado pré-histórico fortificado do Outeiro Redondo, Sesimbra. Breve síntese dos trabalhos até ao presente realizados (2005-2015). AKRA BARBARION. Sesimbra. 2 (2017), p.175-197.

• Pavimentos pré-históricos de Lisboa: o povoado da Travessa das Dores (Boa-Hora) e outras ocorrências. Debaixo dos nossos pés. Pavimentos históricos de Lisboa. In L. Fernandes, J. Bugalhão e P.A. Fernandes (coord.), Lisboa: Museu de Lisboa, EGEAC, E.M. (2017), p.82-85. De col. com N. Neto e P. Rebelo.

• Metallurgical production from the Chalcolithic settlement of Moita da Ladra, Portugal. Materials and Manufacturing Processes (2017). De col. com F. Pereira, R.J.C. Silva, A.M. Monge Soares e M. Araújo.  

• Primeira notícia sobre uma sepultura neolítica em fossa identificada nos Antigos Armazéns Sommer, em Lisboa. Al-Madan. Almada. Série II, 21, p.158-160. De col. com P. Rebelo, N. Neto, R.Á. Ribeiro e R. Granja.

• The maternal genetic make-up of the Iberian Peninsula between the Neolithic and the Early Bronze Age. Scientific Reports 7: 15644. De col. com A. Szécsényi-Nagy, C. Roth, G. Brandt, C. Rihuete-Herrada, C. Tejedor-Rodríguez, P. Held, Í. García-Martínez-de-Lagrán, H.A. Magallón, S. Zesch, C. Knipper, E. Bánffy, S. Friederich, H. Meller, P.B. Ramírez, R.B. Bermejo, R. de Balbín Behrmann, A.M. Herrero-Corral, R.F. Fernández, C.A. Fernández, J.J. Echevarria, L. Rindlisbacher, C. Oliart, M.-I. Fregeiro, I. Soriano, O. Vicente, R. Micó, V. Lull, J.S. Díaz, J.A.L. Padilla, C.R. de Togores Muñoz, M.S.H. Pérez, F.J.J. Maestre, J.L. Maurandi, A.A. Fernández, K.T. Lillios, A.M. Silva, M.M. Ramalho, L.M. Oosterbeek, C. Cunha, A.J. Waterman, J.R. Buxó, A. Martínez, J.P. Martínez, M.H. Ortiz, J.C. Mejías-García, J.C.P. Espín, R.C.-A. Briones, T. Tomé, E.C. Ballestero, A.C. Araújo, C.Li. von Lettow-Vorbeck, C.B. Bosqued, P.R. Mendoza, A. Pujante, J.I. Royo-Guillén, M.A.E. Beviá, V.M. dos Santos Goncalves, R. Parreira, E.M. Hernández, E.M. Izquierdo, J.V. y Miguel, R.M. García, V.M. Calvo, O.L. Jiménez, J. Krause, S.L. Pichler, R. Garrido-Pena, M. Kunst, R. Risch, M.A. Rojo-Guerra, W. Haak e K.W. Alt.  Link

 

Idade do Bronze
• Descoberta da jazida da Idade do Bronze na Tapada da Ajuda. Setúbal Arqueológica (1980/81). Setúbal. 6/7: 117-147. De col. com J. Roque, F. Peixoto e F. Freitas.

• Jazida da Idade do Bronze da Tapada da Ajuda - 1983. Informação Arqueológica (1985). Lisboa. 5: 83-84.

• A jazida da Idade do Bronze Final da Tapada da Ajuda. Lisboa - Revista Municipal (1986). Lisboa. Série II, 15: 3-18. De col. com J.S. Rodrigues, J. Monjardino e J.R. Carreira.

• A jazida da Idade do Bronze da Tapada da Ajuda-1984. Informação Arqueológica (1986). Lisboa. 6: 54-55.

• O depósito do Bronze Final de Alqueva e a tipologia das lanças do Bronze Final português. Actas do 1º Congrès Mediterranéen d’Ethnologie Historique (Lisboa, 1991). Mediterrâneo (1992). Lisboa. 1: 231-250. De col. com F. Guerra e F. Bragança Gil.

• Primeira campanha de escavações realizada na Lapa da Furada (Sesimbra). Sesimbra Cultural (1993). Sesimbra. 3: 15-17.

• Comentário ao sítio arqueológico da Tapada da Ajuda. In Lisboa Subterrânea (1994) (coord. A.M. Arruda). Catálogo da Exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia (Lisboa. Capital Europeia da Cultura/94). Lisboa. Instituto Português de Museus: 192-193.

• O povoado do Bronze Final da Tapada da Ajuda. In Idade do Bronze em Portugal. Discursos de Poder (1995) (coord. S. Oliveira Jorge). Catálogo da Exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa. Instituto Português de Museus: 48.

• As cerâmicas de ornatos brunidos da Lapa do Fumo. In A Idade do Bronze em Portugal. Discursos de Poder (1995) (coord. S. Oliveira Jorge). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa. Instituto Português de Museus: 88.

• Os povoados do Bronze Final a norte do estuário do Tejo. In A Idade do Bronze em Portugal. Discursos de Poder (1995) (coord. S. Oliveira Jorge). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa. Instituto Português de Museus: 126.

• A Lapa da Furada (Sesimbra). Resultados das escavações arqueológicas realizadas em Setembro de 1992 e 1994 (1995). Sesimbra. Câmara Municipal de Sesimbra, 59p. De col. com A. Santinho Cunha.

• O Bronze Final da Baixa Estremadura e as cerâmicas de ornatos brunidos da Lapa do Fumo (Sesimbra). Sesimbra Cultural (1996). Sesimbra. 5: 6-14.

• Materiais cerâmicos da Idade do Bronze da gruta da Ponte da Lage (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 341-450. De col. com J.R. Carreira.

• O povoado do Bronze Final do Alto das Cabeças (Leião, Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 351-359. De col. com G. Cardoso.

• A cronologia absoluta do depósito arqueológico da Lapa da Furada - Azóia, Sesimbra: seu significado e incidências rituais e culturais. Sesimbra Cultural (1997). Sesimbra. 6: 10-15.

• As cerâmicas de ornatos brunidos da gruta do Correio – Mor (Loures). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras. 7: 155-167. De col. Com M. Leitão, O. da Veiga Ferreira, C.T. North e J. Norton.

• O povoado do Bronze Final do Castelo dos Mouros (Sintra). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras. 7: 169-187.

• Duas cabanas circulares da Idade do Bronze do Monte de São Domingos (Malpica do Tejo, Castelo Branco). Estudos Pré-Históricos (1998). Viseu. 6: 325-345. De col. Com J.C. Caninas e F. Henriques.

• Aspectos do povoamento da Baixa Estremadura no decurso da Idade do Bronze. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1999/2000). 8:355-413.

• A sepultura da Roça do Casal do Meio (Sesimbra) no quadro dos rituais funerários da Idade do Bronze da Baixa Estremadura. Discursos (2000). Lisboa. Série III, 2: 243-251.

• Manifestações funerárias da Baixa Estremadura no decurso da Idade do Bronze e da Idade do Ferro (II e I milénios a. C.): breve síntese. Actas do III Congresso de Arqueologia Peninsular (Vila Real, 1999). Porto: Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular (2000). 5: 61-79.

• O território português no quadro das solidariedades comerciais atlanto-mediterrâneas do Bronze Final. Discursos (2002). Lisboa. Série III, 4: 7-54.

• O povoado do Bronze Final da Tapada da Ajuda (Lisboa): estudo do espólio cerâmico. Revista Portuguesa de Arqueologia (2004). Lisboa. 7 (1): 227-271. De col. com I. Mendes da Silva.

• Uma tumulação do final do Bronze Final/inícios da Idade do Ferro no sul de Portugal: a tholos do Cerro do Malhanito (Alcoutim). O Passado em cena: narrativas e fragmentos. Miscelânea oferecida a Jorge de Alarcão (M.C.Lopes e R. Vilaça, coord.) (2005). Coimbra: Instituto de Arqueologia: 193-223.

• Visibilidade e invisibilidade do património arqueológico: o caso do Bronze Pleno da Estremadura. Discursos (2005). Lisboa. Série III, 6: 7-27.

• Dos depósitos metálicos da Idade do bronze e das intenções que estiveram na sua origem (comentário a um estudo de Raquel Vilaça). O Arqueólogo Português (2006). Lisboa. Série III, 6: 7-27.

• A estação do Bronze Final do Cabeço do Mouro (Cascais): resultados das escavações realizadas. Revista Portuguesa de Arqueologia (2006). Lisboa. 9 (1): 21-46.

• A necrópole de cistas da Idade do Bronze das Soalheironas (Alcoutim). Primeira notícia dos trabalhos realizados e dos resultados obtidos. Promontoria (2008). Faro. 6: 223-248. De col. com A. Gradim.

• Artefactos da Idade do Bronze da região de Chaves. Revista Portugesa de Arqueologia (2008). Lisboa. 11 (2): 41-54. De col. com R. Vilaça.

• A estela antropomórfica de Monte dos Zebros (Idanha-a-Nova): seu enquadramento nas estelas peninsulares com diademas e “colares”. In R. Vilaça (coord.), Jornadas internacionais “Estelas e estátuas menires da Pré à Proto-História. Coimbra: Câmara Municipal do Sabugal/Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto/Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2011), p.89-116.

• The anthropomorphic stele at Monte dos Zebros (Idanha-a-Nova): contextualization amongst other Diadem-Steles at the Iberian península. Complutum. Madrid. 22 (2011), p.89-106.

• O casal agrícola do Bronze Final do Abrunheiro (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.33-74.

• A ocupação do Bronze Final do povoado préhistórico da Penha Verde (Sintra). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.579-590.

• Moita da Ladra 2 (Vila Franca de Xira), um sítio ritual do Bronze Final da região de Lisboa. Revista da Faculdade de Letras. Porto (2013). 12, p.49-67. (Homenagem a Armando Coelho Ferreira da Silva)

• O Bronze do Sudoeste na cidade de Lisboa: o vaso da encosta de Sant´Ana. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.349-360. De col. com V. Leitão.

• O Bronze Final na serra de Sintra. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.361-374. De col. com M.J. Sousa.

• Between the Atlantic and the Mediterranean: the Late Bronze Age around the Tagus estuary (Portugal). Economic, social and cultural aspects. Rivista di Scienze Preistoriche. Firenze (2015). 65, p.149-170.

• Tapada da Ajuda (Lisbon, Portugal) Bronze Age pin. Materials and Manufacturing Processes (2017). Materials and Manufacturing Processes. Taylor & Francis. 32(7–8): 792–797. De col. com A. Ávila de Melo e A. Giumlia-Mayr.  

• Um novo método para a datação absoluta de ossos humanos cremados: a cabana 2 do Monte de São Domingos (Malpica do Tejo, Portugal). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 23 (2016/2017), p.519-530. De col. com D. Brandherm E M. Krueger.

• A ocupação do Bronze Final do Centro Histórico de Oeiras. Os materiais da Rua das Alcássimas. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 23 (2016/2017), p.531-554.

• O Tejo português durante o Bronze Final. Territorios comparados: los valles del Guadalquivir, el Guadiana y el Tajo en epoca tartesica (Merida, 2015). In M.C. Pérez (ed.). Actas. Mérida (2017): CSIC, Instituto de Arqueología – Mérida, pág.237-281 (Anejos de AEspA LXXX). De col. com R. Vilaça.

 

Idade do Ferro
• Elementary composition studies of an ensemble of iberian coins by nuclear reactions and PIXE. Abstracts 25º Symposium on Archaeometry (1986) (Atenas, 1986): 10. De col. com J.N. Barrandon, F. Beauchesne, F. Bragança Gil e M.F. Guerra.

• Jazida de Idade do Ferro de Outurela (Oeiras) - 1985. Informação Arqueológica (1986). Lisboa. 7: 51-52.

• Moedas de Cetovion. Novas observações. Numisma (1986). Lisboa. 41: 1-5. De col. com M. Telles Antunes.

• A presença oriental no povoamento da I Idade do Ferro na região ribeirinha do estuário do Tejo. Actas do Encontro de Estudos “Presenças orientalizantes em Portugal. I - Da Pré-História ao Período Romano” (Lisboa, 1987). Estudos Orientais (1990). Lisboa. 1: 119-134.

• Le Bronze Final et le début de l’Âge du Fer dans la région riveraine de l’estuaire du Tage. Actas do I Congresso Mediterrânico de Etnologia Histórica (Lisboa, 1991). Mediterrâneo (1993). Lisboa. 2: 193-206. De col. com J.R. Carreira.

• Fenícios na margem sul do Tejo. Economia e integração cultural do povoado do Almaraz – Almada. Actas do Encontro de Estudos “Os Fenícios no Território Português” (Lisboa, 1992). Estudos Orientais (1993). Lisboa. 4: 143-181. De col. com L. de Barros e A. Sabrosa.

• Comentário ao sítio arqueológico de Outurela (Oeiras). In Lisboa Subterrânea (1994) (coord. A. M. Arruda). Catálogo da Exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia (Lisboa. Capital Europeia da Cultura/94). Lisboa. Instituto Português de Museus: 206.

• O Bronze Final e a Idade do Ferro na região de Lisboa: um ensaio. Conímbriga (1995). Coimbra. 34: 33-74.

• O povoamento no Bronze Final e na Idade do Ferro na região de Lisboa. In De Ulisses a Viriato, o primeiro milénio a. C. (1996) (coord. Jorge de Alarcão). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia (Lisboa, 1996). Lisboa, Instituto Português de Museus: 73-81.

• A Idade do Ferro no concelho de Almada. Estação da Quinta da Torre. Al-Madan (1996). Almada, Série II, 5: 200.

• O consumo de cão, em contextos feníciopúnicos, no território português. Homenagem ao professor António Augusto Tavares (1997). Lisboa: Instituto Oriental, FCSH/UNL: 89-117. De col. com M. Varela Gomes. (Estudos Orientais, 6)

• O final da Idade do Ferro no concelho de Oeiras: um contributo. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras, 7:189-217. De col. com J.R. Carreira.

• A ocupação de época púnica da Quinta da Torre (Almada). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras. 7: 189-217. De col. com J.R. Carreira.

• Achados subaquáticos de defesas de elefante, prováveis indicadores do comércio púnico no litoral português. Os Púnicos no extremo Ocidente. Colóquio Internacional (Lisboa, 2000) (A.A. Tavares, M.J.F. Tavares e J.L. Cardoso, org.). Actas. Lisboa; Universidade Aberta (2001): 261-282.

• O povoamento do sul de Portugal no decurso da Idade do Ferro: comentário ao artigo “O 1º. Milénio a.n.e. no centro e no sul de Portugal: leituras possíveis no início de um novo século”, da autoria de Ana Margarida Arruda. O Arqueólogo Português (2005). Lisboa. Série IV, 23, p.117-127.

• A necrópole da I Idade do Ferro de Cabeço da Vaca I (Alcoutim). 3º. Encontro de Arqueologia do Algarve (Silves, 2005). Actas (2006). Silves: Câmara Municipal de Silves, 1: 201-226. De col. com A. Gradim.

• O núcleo II da necrópole da Idade do Ferro de Cabeço da Vaca (Alcoutim). 5º. Encontro de Arqueologia do Algarve (Silves, 2007). Actas (2008). Silves: Câmara Municipal de Silves, 1: 103-116. De col. com A. Gradim.

• O casal agrícola da I Idade do Ferro de Leião (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.75-102. De col. com C. Tavares da Silva, F. Martins e C. André.

• O casal agrícola de Gamelas 3 (Oeiras). O Arqueólogo Português. Lisboa (2012). Série 5(2), p.353-398. De col. com C. Tavares da Silva.

• A ocupação da Idade do Ferro da Lapa do Fumo (Sesimbra). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20, 2013, p.731-754. De col. com A.M. Arruda.

• Outurela I e Outurela II, dois pequenos sítios da Idade do Ferro a norte do estuário do Tejo (concelho de Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.393-428. De col. com A.M. Arruda, E.S. e M. Rego.

• Nota introdutória e organização de: PAIXÃO, A.M. Cavaleiro (2014) – A necrópole do Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer so Sal). Novos elementos para o seu estudo. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.29-460.

• A necrópole da Idade do Ferro de Vale da Palha (Calhariz, Sesimbra). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 22 (2015), p.301-314. De col. com A.M. Aruda.

 

Arqueologia Romana
• Estudo de antoniniani de um tesouro de localização incerta pelo método de fluorescência de Raios X. Numismática (1985). Lisboa, 35: 5-10. de col. com M.F. Guerra, G.P. Barreira e F. Bragança Gil.

• Barragens romanas do Sul de Portugal. Contribuição para o seu inventário e caracterização. Recursos Hídricos (1985). Lisboa. 6(3): 61-77. De col. com A. Quintela e J. M. Mascarenhas.

• Barragens romanas do Distrito de Beja. Arquivo de Beja (1986). Beja, Série II, 3: 153-165. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Aproveitamentos hidráulicos romanos a sul do Tejo. Contribuição para a sua inventariação e caracterização (1986). Lisboa: Direcção Geral dos Recursos e Aproveitamentos Hidráulicos, 236p. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Moedas de Pax-Julia. Numisma (1987). Lisboa, 43: 1-6.

• Roman dams in Southern Portugal. International Water Power & Dam Construction (1987). 39(5): 38-40. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Barragens romanas do Algarve. Actas do 5º Congresso do Algarve (Faro, 1988) (1988). Faro: 19-27. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Primeiro estudo sobre uma instalação romana de captação, elevação e armazenamento de água em Tróia (Portugal). Actas do Simpósio “El agua en zonas áridas. Arqueologia e Historia” (Almeria, 1989) (1989). Almeria: Instituto de Estudos Almerienses, Diputacion Provicial: 337-352. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Barragens romanas do Algarve. Encontro de Arqueologia do Algarve (Faro, 1990) (1990). Faro, Delegação Regional da Secretaria de Estado da Cultura: 85-107.

• A instalação hidráulica romana de moagem de Barbegal e o seu presumível engenheiro – construtor. Revista da Ordem dos Engenheiros (1992). Lisboa, 61: 47-49. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Presa dos Mouros – uma barragem romana inédita do Algarve (Lagoa). Conímbriga (1993/94). Coimbra. 32/33 (volume de homenagem ao Prof. J.M. Bairrão Oleiro): 137-144. De col. com M. Varela Gomes.

• Instalação romana de captação, elevação e armazenamento de água em Tróia (Grândola, Portugal). Conímbriga (1993/94). Coimbra. 32/33 (volume de homenagem ao Prof. J.M. Bairrão Oleiro): 157-169. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Ânforas da Villa romana de Vilares de Alfundão (Ferreira do Alentejo). Conímbriga (1993/94). Coimbra. 32/33 (volume de homenagem ao Prof. J.M. Bairrão Oleiro): 181-190. De col. com J. Norton, C. Tavares da Silva e M.H. Canilho.

• Barrages romains en terre – Beira Baixa (Portugal): reconaissance et caractérisation préliminaire. Mélanges de la Casa de Vélazquez (1994). Madrid, École des Hauts Études Hispaniques, 30(1): 87-106. De col. Com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• A barragem romana de Alfundão (Ferreira do Alentejo). Al-Madan (1995). Almada, Série II, 4: 20-23. De col. com J. Norton e F. Negalha.

• A necrópole tardo-romana e medieval de Talaíde (Cascais). Caracterização e integração cultural. Análises não destrutivas do espólio metálico. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras, 5: 315-339. De col. com G. Cardoso e M.F. Guerra.

• A necrópole tardo-romana e medieval de Talaíde (Cascais). Estudo preliminar. Actas da IV Reunião de Arqueologia Cristã Hispânica (Lisboa, 1992) (1995). Barcelona, Institut d’Estudis Catalans: 407-414. De col. com G. Cardoso.

• Barragens romanas do distrito de Castelo Branco e barragem de Alferrarede. Conímbriga (1995). Coimbra, 34: 75-127. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• O mosaico romano de Oeiras. Estudo iconográfico, integração funcional e cronologia. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras, 6:367-406. De col. com M.V. Gomes e M.C. André. [Resumo deste artigo, dos mesmos autores, foi publicado na revista. Centros Históricos (1996). Lamego, 5/6:22-31]

• A necrópole tardo-romana e alto-medieval de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras, 6: 407-417. De col. com J.R. Carreira.

• Os Romanos e a água. In Portugal Romano – a exploração dos recursos naturais (1997) (coord. Adília Alarcão). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa, Instituto Português de Museus: 17-29. De col. com A.C. Quintela e J.M: Mascarenhas.

• Caça e criação de gado: seu papel na alimentação. In Portugal Romano – a exploração dos recursos naturais (1997) (coord. Adília Alarcão). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa, Instituto Português de Museus: 152-155.

• Acerca de uma tigela de terra sigillata clara da necrópole de Sol Avesso, Porto Salvo (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras, 7: 219-226.

• Barrages romains au sud du Tage (Portugal). In Économie et territoire en Lusitanie romaine (Madrid, 1994) (coord. J.-G. Gorges e F. G. Rodríguez Martín) (1999). Madrid. Collection de la Casa Velázquez, 65:197-226. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Moinhos romanos em Portugal. Aqua Romana técnica humana e força divina (I. Rodá de Llanza, coord. científica; L. Mayer, coord. edit.). Catálogo da Exposição Internacional (2005). Barcelona: Museu de les Aigües – Fundació Agbar: 138-145. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• A ocupação agrária do concelho de Oeiras na época romana. VI Encontro de História Local do concelho de Oeiras (Oeiras, 2003). Actas (2005). Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras: 41-55. De col. com G. Cardoso.

• Ânforas do vale do Guadiana: o material da “Cidade das Rosas” no Museu de Serpa. Simpósio Internacional “Produção e comércio de preparados piscícolas durante a Proto-História e a Época Romana no Ocidente da península Ibérica. Homenagem a Françoise Mayet (Setúbal, 2004). Actas (2006). Setúbal: Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal: 222-232. De col. com J. Norton e A.B. Carvalhosa (Setúbal Arqueológica, 13).

• Alguns aspectos da mineração romana na Estremadura e Alto Alentejo. In J.L. Cardoso e M. Almagro-Gorbea (edts.), Lucius Cornelius Bocchus: Escritor Lusitano da Idade de Prata da Literatura Latina. Lisboa/Madrid (2011): Academia Portuguesa da História/Real Academia de la Historia, p.169-188. De col. com A. Guerra e C. Fabião.

• O estabelecimento rural romano tardorepublicano e alto-imperial de Leião (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.103-146. De col. com C. Tavares da Silva, F. Martins e M.C. André.

• Preliminary results of the archaeological surveys conducted at the Álamo roman dam (Alcoutim, Portugal) during the years of 2006 and 2007. WWAC 2016 4th IWA International Symposium on Water and Wastewater Technologies in Ancient Civilizations. Coimbra (2016), actas, 16p. De col. com A. Gradim.

 

Arqueologia das Épocas Medieval, Moderna e Contemporânea. Arqueologia Industrial
• Barragens antigas em Portugal a sul do Tejo. Actas do I Encontro sobre o Tejo (Fundation San Benito de Alcantara/Fundação Calouste Gulbenkian. Alcantara/Lisboa, Fevereiro de 1988). Cuadernos de San Benito (1989). Madrid. 2: 77-108. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Rio Lima. Aproveitamento hidroeléctrico de Touvedo (Salvador). Património hidráulico na área da albufeira (1993). Porto: EDP - Electricidade de Portugal, S.A., Direcção Operacional de Equipamento Hidráulico, 42p. De col. com A. Quintela, J.M. Mascarenhas, T. Monteiro, A. Costa, J. Ribeiro e F. Rodrigues.

• Três estruturas hidráulicas antigas do Baixo Alentejo. Recursos Hídricos (1994). Lisboa, 15 (1): 21-24. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Presas antiguas postomanas, en Portugal, al sur del Tajo. In Presas antiguas de Extremadura de J.A. Garcia-Diego (1994). Madrid. Fundacion Juanelo Turriano: 205 – 223. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• A Fábrica da Pólvora de Barcarena e os seus sistemas hidráulicos (1995). Oeiras, Câmara Municipal de Oeiras, 217p. De col. com A.C. Quintela, J.M. Mascarenhas e M.C. André. 1.ª edição, 1995; 2ª edição, 1998.

• Fornos da cal de Paço de Arcos. Resumo do relatório das escavações arqueológicas efectuadas em Setembro do ano transacto. Oeiras Municipal (1995). Oeiras, 48: 45-46.

• A água no convento da Arrábida. Actas do Simpósio Internacional Hidráulica monástica medieval e moderna (1996). Lisboa. Fundação Oriente: 349-372. De col. com A.C. Quintela, J.M. Mascarenhas e M.H. Abecasis.

• O complexo fabril de produção de cal de Paço de Arcos. Resultados das escavações realizadas em um dos seus fornos. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 419-429.

• Fábrica da Pólvora de Barcarena. Projecto de musealização da Fábrica de Baixo. 1ª fase (1997). Suplemento ao nº 53 de Oeiras Municipal. Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras, 14p. De col. com A.C. Quintela, J.M. Mascarenhas e M. Varela Gomes.

• A Fábrica da Pólvora de Barcarena. História e evolução tecnológica entre os séculos XVI e XX. Arqueologia & Indústria (1998/1999). Lisboa. 2/3: 17-40. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Achados arqueológicos – ossadas e restos cerâmicos. In Recuperação do edifício da Biblioteca Operária Oeirense (1999). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras: 12-13.

• Moedas medievais e modernas achadas nas escavações do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1999/2000). 8: 431-445. De col. com F. Magro.

• A Fábrica da Pólvora de Barcarena. Catálogo do Museu da Pólvora Negra (2000). Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, 80p. De col. com A.C. Quintela e J.M. Mascarenhas.

• Achados numismáticos em Leceia (Oeiras) – seu contributo para o conhecimento da História Local. I Congresso Luso-Brasileiro de Numismática/V Congresso Nacional de Numismática (Porto, 2000). Actas. Lisboa (2000): Associação Numismática de Portugal: 233-248. De col. com F. Magro.

• Património cultural dos cursos de água da bacia do Sado. Gestão ambiental dos sistemas fluviais. Aplicação à bacia hidrográfica do rio Sado (I. Moreira, M.G. Saraiva e F. Nunes Correira, edts.). Lisboa: ISA Press (2004):345-374. De col. com A.C. Quintela, J.M. Mascarenhas, M.T.P. Álvares e T.A. Pina.

• Testemunhos do terramoto de 1755 – novos elementos obtidos em escavações na Academia das Ciências de Lisboa (notícia preliminar). Olisipo (2005). Lisboa. Série II, 22/23: 73-82. De col. com M. Telles Antunes.

• As “Ferrarias del Rey” em Barcarena: subsídios para a sua história. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2005). Oeiras. 13: 9-194. De col. Com J.L. Gomes.

• The Barcarena gunpowder factory: its history and technological evolution between the Seventeenth and twentieth centuries. Gunpowder, explosives and the state. A technological history (Brenda J. Buchanan, ed.). Ashgate Publishing Limited: 123-141.

• As “Ferrarias del Rey” em Barcarena: resultados dos trabalhos de campo realizados em 2006. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2007). Oeiras. 14: 277-291. De col. com J.L. Gomes.

• Resultados das escavações arqueológicas realizadas no claustro do antigo Convento de Jesus (Academia das Ciências de Lisboa). Memórias da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa. 43(2) (2006/2007), p.243-282. [Este mesmo trabalho, com pequenas alterações foi publicado em Revista Portuguesa de Arqueologia. Lisboa, 11(1), 2008, p.259-284]

• Cerâmicas muçulmanas do Centro Histórico de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2009). Oeiras. 17, p.97-115. De col. com I.C.F. Fernandes e M.C. André.

• As Ferrarias del Rey, Fábrica da Pólvora de Barcarena. Resultado da intervenção arqueológica realizada em 2009. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.147-174. De col. com J.L. Gomes.

• As Ferrarias del Rey na Fábrica da Pólvora de Barcarena: as intervenções arqueológicas. Oeiras em Revista. Oeiras. 108 (2012), p.84-91. De col. com J.L. Gomes.

• São Julião da Barra (Oeiras). Estudo numismático dos exemplares existentes na Direcção Geral do Património Cultural, no Museu Nacional de Arqueologia e no Museu de Marinha (século XVII). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.9-34. De col. com F. Magro, J. Bettencourt, J. Freire, M.J. Almeida e F. Reiner.

• Casa do Alambique, estrutura rara e monumental. Oeiras Atual. Boletim Municipal. Oeiras. 224 (2014), p.34-35.

• Arqueologia subaquática do concelho de Oeiras. Catálogo da exposição. Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras (2015). De col. com J. Bettencourt, C. Fonseca, I.P. Coelho, J. Freira, P. Carvalho e T. Silva.

• Vantajosas cautelas (2). A defesa de elefante recolhida no mar ao largo do Cabo Sardão e a sua cronologia. Al-Madan. Almada (2016). Série II, 20, p.222-224.

• Primeira evidência das vítimas do terramoto de 1755 na cidade de Lisboa comprovada pelas escavações arqueológicas realizadas no antigo Convento de Jesus. In M. Telles Antunes e J.L. Cardoso (edts. científicos), Testemunhas do Caos. As faces do terramoto de 1755. Lisboa (2017): Academia das Ciências de Lisboa, p.89-126.

 

Paleontologia e Arqueozoologia

O signatário tem sido solicitado a apoiar a determinação de restos faunísticos recuperados em contextos arqueológicos, colaboração que, embora tenha sido devidamente registada pelos interessados, não deu origem à apresentação de trabalhos autónomos; citam-se, entre outros, os contributos inseridos nos seguintes trabalhos académicos:

• Catarino, H. (1997). O Algarve Oriental e a ocupação islâmica – povoamento rural e recintos fortificados: 745-746. Tese de doutoramento em Pré-História e Arqueologia apresentado à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Al´-Uliã, 6(2).

• Simões, T. (1999). O sítio neolítico de São Pedro de Canaferrim, Sintra. Contribuições para o estudo da neolitização da península de Lisboa. Lisboa: Instituto Português de Arqueologia: 11. Dissertação de Mestrado em Pré-história e Arqueologia apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Trabalhos de Arqueologia, 12).

• Arruda, A.M. (1999/2000). Los Fenicios en Portugal. Fenicios y mundo indigena en el centro y sur de Portugal (siglos VIII-VI a.C.). Barcelona: Universidad Pompeu Fabra de Barcelona: 12, 127. Tese de doutoramento em Pré- história e Arqueologia apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Cuadernos de Arqueología Mediterránea, 5/6).

• O Leão das Cavernas, Panthera (Leo) spelaea (GOLDFUSS, 1810) em Portugal. In Da Pré-História à História (1987) (vol. de homenagem a O. da Veiga Ferreira) Lisboa. Delta: 73-81. De col. com M. Telles Antunes.

• Présence de Hippopotamus incognitus au Portugal et remarques sur les sites quaternaires de Mealhada. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1988). Lisboa. 79: 165-172. De col. com M. Telles Antunes e M. Faure.

• Equus caballus antunesi, nouvelle sous-espèce quaternaire du Portugal. Palaeovertebrata (1989). Montpellier. 19(2): 47-72. De col. com V. Eisenmann.

• Rupicapra rupicapra (Mammalia) in the Late Pleistocene of Portugal. Ciências da Terra (1989). Lisboa. 10: 81-96. De col. com M. Telles Antunes.

• Le Daim dans le Pléistocène du Portugal. Comunicações dos Serviços Geológicos de Portugal (1989). Lisboa. 75: 111-118.

• Presença de Rinoceronte - Dicerorhinus hemitoechus (Falconer, 1878) na gruta do Escoural. Almansor (1990). Montemor-o-Novo. 8: 7-14.

• Quaternary elephants in Portugal: new data. Ciências da Terra (1992). Lisboa. 11: 17-37. De col. com M.T. Antunes.

• Présence de Cuon alpinus europaeus Bourgignat, 1868 (Mammalia, Carnivora) dans le Pléistocène du Portugal. Ciências da Terra (1992). Lisboa. 11: 65-76.

• Um camelídeo de Conimbriga. Conimbriga (1992). Coimbra. 31, p.181-187.

• Contribuição para o conhecimento dos Grandes Mamíferos do Plistocénico superior de Portugal (1993). Dissertação de doutoramento apresentado à Universidade Nova de Lisboa. Oeiras, Câmara Municipal de Oeiras, 568p.

• Contribuição para o conhecimento da alimentação em contexto fenício. Estudo dos restos da Rocha Branca (Silves). Actas do Encontro de Estudos “Os Fenícios no Território Português” (Lisboa 1992). Estudos Orientais (1993). Lisboa. 4: 109-126.

• O estudo dos grandes mamíferos plistocénicos de Portugal. Síntese histórica. In A. Brum Ferreira, G. Soares de Carvalho e J.C. de Senna-Martinez (eds.), O Quaternário em Portugal. Balanço e perspectivas (1993). Lisboa. Colibri: 97-103.

• Restos de grandes mamíferos da ilha do Pessegueiro. Contribuição para o conhecimento da alimentação na época romana. In C. Tavares da Silva e J. Soares (eds.), Ilha do Pessegueiro. Porto romano da costa alentejana (1993). Lisboa, Instituto da Conservação da Natureza: 205-215.

• La Hiène des “Oubliettes” de Gargas, Crocuta crocuta spelaea (Mammalia, Carnivora). Bulletin Muséum national d´ Histoire naturelle (1993). Paris. 4. Sér.15, sec. C (1/4): 79-104.

• Contribuição para o conhecimento da alimentação em contexto islâmico: estudo dos restos mamalógicos e malacológicos das Mesas do Castelinho (Almodôvar). Arqueologia Medieval (1993). Porto. 2: 103-106.

• Faunas plistocénicas do concelho de Cascais. Arquivo de Cascais (1992/1994). Cascais. 11: 13-30.

• A fauna de mamíferos da época muçulmana das Mesas do Castelinho (Almodôvar). Materiais das campanhas de 1989 - 1992. Arqueologia Medieval (1994). Porto. 3: 201-220.

• Os restos de grandes mamíferos do povoado neolítico da igreja de S. Jorge (Vila Verde de Ficalho). Vipasca (1994). Aljustrel. 3: 51-55.

• Crocuta crocuta intermedia (M. de Serres, 1828) (Mammalia, Carnivora) no Plistocénico de Portugal. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro (1994). Lisboa. 80: 89-97.

• L’avifaune de l’habitat fortifié chalcolithique de Leceia (Oeiras, Portugal). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 165-186. De col. com L. Gourichon.

• Ictiofauna do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 187-192. De col. com M. Telles Antunes.

• Grutas do Maciço Hespérico de Portugal com faunas de grandes mamíferos plistocénicos. Breve síntese. Cadernos Laboratório Xeolóxico de Laxe (1995). A Coruña. 20: 213-229.

• Presença de Equus hydruntinus REGALIA, 1905 no Würm recente de Portugal. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro (1995). Lisboa. 81, p.97-108.

• Um indicador económico para o Bronze Pleno da Beira Alta: a fauna de grandes mamíferos da Unidade Estratigráfica 4 da “Sala 20” do Buraco da Moura de São Romão (concelho de Seia). Actas da Terceira Reunião do Quaternário Ibérico (Coimbra, 1993) (1995). Coimbra. Grupo de Trabalho Português para o Estudo do Quaternário: 457-460. De col. com J.C. de Senna-Martinez e A.C. Valera.

• Os mamíferos no quotidiano romano. Algumas reflexões a propósito dos restos de Conimbriga. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 299-313.

• Aspectos do quotidiano numa casa de Silves, durante o século XV. Xelb (1996). Silves. 3: 33-78. De col. com R. V. Gomes e M. V. Gomes.

• Contributo para o estudo das faunas encontradas no poço-cisterna de Silves (séculos XV-XVI). Xelb (1996) Silves. 3: 207-268. De col. com M.V. Gomes.

• Bases de subsistência em povoados do Bronze Final e da Idade do Ferro do território português. O testemunho dos mamíferos. In J. de Alarcão (coord.), de Ulisses a Viriato. O primeiro milénio a.C. (1996). Catálogo da exposição realizada no Museu Nacional de Arqueologia. Lisboa. Instituto Português de Museus: 160-170.

• Les Grands Mammifères du Pléistocène Supérieur du Portugal. Essai de synthèse. Geobios (1996). Lyon. 29(2): 235-250.

• Objectivos e princípios metodológicos da Arqueozoologia. Estado da questão em Portugal. Al-Madan (1996). Almada. Série II, 5: 78-88.

• Nota sobre uma lamela de molar de elefante da gruta do Almonda (Torres Novas). Comunic. Inst. Geol. e Mineiro (1996). Lisboa. 81: 169-174.

• Pequenos mamíferos do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1996). Oeiras. 6: 121-133. De col. com M. Telles Antunes e P. Mein.

• A preliminary catalogue of Holocene equids from the Iberian Peninsula. Atti del XIII Congresso Union Internationale Sciences Prehistoriques et Protohistoriques - UISPP (Forli, Italia, 1996) (1998). Forli. 6(1): 65-81. De col. com A.M. Muñiz, D. Albertini, F.B. Sancho, P.M. Castaños, C.L. von Lettow-Vorbeck, S. Montero-Ponseti, J.N. Lorenzo, E.N. Pérez, M.P. Ripoll, B.P. Uria e J.A. Riquelme Cantal.

• Aspectos da economia alimentar do Bronze Pleno da Beira Alta: a fauna de grandes mamíferos das “Salas 2 e 20” do Buraco da Moura de São Romão (Seia). Trabalhos de Arqueologia da EAM (1998). Lisboa. Colibri, 3-4: 253-261. De col. com J.C. de Senna-Martinez e A.C. Valera.

• Presencia de Agrionemys (= Testudo) hermanni (Gmelin, 1789) en el Paleolítico Medio de la Gruta Nova de Columbeira (Bombarral, provincia de Estremadura, Portugal). Stvdia Geologica Salmanticensia (1998). Salamanca. 34: 123-139. De col. com E. Jiménez Fuentes e E.G. Crespo.

• Fenícios e indígenas em Rocha Branca, Abul, Alcácer do Sal, Almaraz e Santarém. Estudo comparado dos mamíferos. Actas IV Congreso Internacional de Estudios Fenicios y Punicos (Cadiz, 1995) (M. E. Aubet-Semmler, coord.). Cadiz. Universidad de Cadiz (2000). 1: 319-327.

• Les mammifères d´ Abul. L´Établissement phénicien d´Abul (Portugal) (F. Mayet e C. Tavares da Silva, ed.). 2001. Paris. Diffusion E. De Boccard: 281-291.

• Sobre a presença do urso em Portugal, a propósito de uma peça do castelo de Leiria. Torre de Menagem do castelo de Leiria. Leiria. Câmara Municipal de Leiria (2001): 40-55.

• Sobre a presença do mamute, Mammuthus primigenius (Blumembach, 1799) em Portugal: descoberta de uma lamela dentária em depósitos plistocénico do fundo do estuário do Tejo (Cruz Quebrada, Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2001/2002). Oeiras.10: 39-47. De col. com F.T. Regala.

• A fauna malacológica encontrada no povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudo sistemático e respectivo significado. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2000/2001). Oeiras. 10: 89-129.

• Estudo arqueozoológico dos restos de ungulados do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2001/2002). Oeiras. 10: 131-182. De col. com C. Detry.

• Estudo arqueozoológico dos carnívoros do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2001/2002). Oeiras. 10: 183-247. De col. com F. Pires e F. Petrucci-Fonseca.

• Arqueofaunas: balanço da sua investigação em Portugal. Arqueologia 2000. Balanço de um século de investigação arqueológica em Portugal. (J.M. Arnaud, coord.). Lisboa (2000): Associação dos Arqueólogos Portugueses: 281-298. (Arqueologia e História, 54)

• A study of the faunal assemblage from the prehistoric enclosure of Castanheiro do Vento (Vila Nova de Foz Côa). Journal of Iberian Archaeology (2004). 6:83-92. De col. com C. Costa.

• Nota prévia sobre a fauna consumida no período islâmico no Castelo de Palmela. In Fernandes, I. C. Ferreira (2004) – O castelo de Palmela - do islâmico ao cristão. Palmela: Câmara Municipal de Palmela: 414-416.

• Restos faunísticos do Crasto de Palheiros (Murça). Contributo para o conhecimento da alimentação no Calcolítico e na Idade do Ferro no Nordeste português. Portvgalia (2005). Porto. N.S., 26: 65-75.

• A lixeira baixo-imperial da uilla da Quinta das Longas (Elvas): análise arqueozoológica e significado económico-social. Revista Portuguesa de Arqueologia (2005). Lisboa. 8 (1): 369-386. De col. com C. Detry.

• O Leopardo, Panthera pardus (L. 1758), do Algar da Manga Larga (Planalto de Santo António, Porto de Mós). Comunicações Geológicas (2006). Lisboa. 93: 119-144. De col. com F.T. Regala.

• Vestígios paleontológicos do Algar da Manga Larga. Algar (2007). Torres Vedras. 5: 4-17.

• A Arqueozoologia em Portugal: passado, presente e futuro (comentário a um artigo de S. Davis e M. Moreno-Garcia). O Arqueólogo Português (2007). Lisboa. Série IV, 25: 110-119.

• Caça e pastorícia no Calcolítico do NW de Portugal: o caso da estação arqueológica de Bitarados. Estudos do Quaternário (2008). Porto. 5: 79-86. De col. com A. Bettencourt.

• Estudo arqueozoológico sumário dos restos recuperados nas escavações. In A villa romana de Sub-Serra de Castanheira do Ribatejo (Vila Franca de Xira). Trabalhos arqueológicos efectuados no âmbito de uma obra da EPAL. Lisboa: EPAL (2009): 199-216.

• On some remains of dog (Canis familiaris) from the Mesolithic shell-middens of Muge, Portugal. Journal of Archaeological Science (2010). 37: 2762-2774. De col. com C. Detry.

• A fauna de mamíferos de Villaricos: materiais recolhidos na campanha de 1987. In J.L. López Castro et al. (eds.), Baria I Excavaciones arqueológicas en Villaricos. La excavación de urgência de 1987. Almería: Editorial Universidad da Almería (2011), p.145-150.

• O espólio malacológico do povoado calcolítico fortificado do Outeiro Redondo (Sesimbra). Contributo para o conhecimento das estratégias de recolecção de uma comunidade sedentária do 3.º milénio a.C. do litoral português. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.235-286. De col. com M.D. Coelho.

• A economia alimentar dos Muçulmanos e dos Cristãos do castelo de Palmela: um contributo. Arqueologia Medieval. Porto. 12, 2012, p.211-233. De col. com I.C.F. Fernandes.

• The marine malacological remains from the Chalcolithic fortified settlement at Outeiro Redondo (Sesimbra): collection strategies used by a sedentary community from the 3rd Millenium BC on the Portuguese coast. Zephyrvs (2012). Salamanca. 70(2): 85-111. De col. com M.D. Coelho.

• First evidence of Equus asinus L. in the Chalcolithic disputes the Phoenicians as the first to introduce donkeys into the Iberian Peninsula. Journal of Archaeological Science (2013), 40: 4483-4490. Elsevier. De col. com J. Vilstrup, V. Eisenmann e L. Orlando.

• Faunas mamalógicas do sítio pósorientalizante do Cabeço Redondo (Sobral da Adiça, Moura). Escavações de 2011. Al-Madan. Almada (2013). Série 2, 18: 87-92. De col. com R.M. Soares.

• A fauna do povoado calcolítico do Porto das Carretas. In J. Soares, Transformações sociais durante o IIIº Milénio AC no Sul de Portugal. O Povoado do Porto das Carretas. Beja: Memórias d'Odiana- Estudos Arqueológicos do Alqueva, 2ª Série, 5 (2013). EDIA, p.501-505.

• Xarez 12. Estudo arqueozoológico de mamíferos. In V.S. Gonçalves, A.C. Sousa e G. Marchand, Na margem do grande rio. Os últimos grupos de caçadores-recolectores e as primeiras sociedades camponesas no Guadiana médio. Beja: Memórias d'Odiana- Estudos Arqueológicos do Alqueva, 2ª Série, 12 (2013). EDIA, p.559-567.

• What did the Romans and Moslems eat in Conimbriga (Portugal)? The animal bones from the 1990´ excavations. Proceedings of the first zooarchaeology conference in Portugal (Lisbon, 2012). Oxford: BAR International Series 2662 (2014), p.97-110. De col. com C. Detry e V.H. Correia.

• Cozinhar e comer no castelo medieval de Palmela. In S. Gómez Martínez (coord.), Memória dos sabores do Mediterrâneo. Mértola: Campo Arqueológico de Mértola (2015), p.113-127. De col. com I.C.F. Fernandes e C. Detry.

• Contributo para o conhecimento da economia alimentar islâmica e cristã medieval no castelo de Palmela. In F.C. Domingues, J. da Silva Horta e P.D. Vicente (org.), D’Aquém, D’Além e Ultramar - Homenagem a António Dias Farinha. Lisboa: Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2015), p.289-300. De col. com I.C.F. Fernandes.

• Faunal remains from an Almohad (Ad XII/XIII) Silo at the Castle of Aljezur (Portugal). Archaeofauna. Madrid. 25 (2016), p.205-232. De col. com D. Mota.

• What the people of Utica (Tunisia) ate at a banquet in the 9th century BCE. Zooarchaeology of a North African early Phoenician settlement. Journal of Archaeological Science: Reports (2016). 8: 314-322. De col. com J.L.L. Castro, A. Ferjaoui, A.M. Martín, V.M. Hahnmüller e I.B. Jerbania.  

• A alimentação em Lisboa no decurso da Idade do Ferro: resultados das escavações realizadas no Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros. SPAL. Sevilha. 2016, p.67-83. De col. com C. Detry e J. Bugalhão.

• Faunas domésticas e rituais funerários em Alcácer do Sal (Idade do Ferro). In R. Vilaça e M. Serra (eds.), Matar a fome, alimentar a alma, criar sociabilidades. Coimbra: Instituto de Arqueologia/FLUC (2016), p.193-217. De col. com A.M. Arruda.

• As faunas de grandes e médios mamíferos e a alimentação humana na região de Lisboa, do Paleolítico ao Bronze Final. In J.C. Senna-Martinez et al. (eds.), Diz-me o que comes… alimentação antes e depois da cidade. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa (2017), p.8-23.

 

Geologia do Quaternário e Geoarqueologia
• A não confirmação de fenómenos glaciários nas montanhas do Norte de Portugal (Peneda-Gerês). Bol. Soc. Geol. Portugal (1979). Lisboa. 21 (2/3): 163-184. De col. com C. Teixeira.

• Nota sobre paleocorrentes na Formação Vermelha de Marco Furado (Península de Setúbal). Bol. Soc. Geol. Portugal (1979). Lisboa, 21(2/3): 197-201. De col. com T.M. Azevedo, A.B. Amorim e J. Figueiras.

• Testemunhos de couraças ferruginosas quaternárias no Sudeste de Portugal (nota preliminar) Bol. Soc. Geol. Portugal (1980/81) (vol. de homenagem a C. Teixeira). Lisboa. 22: 417-420. De col. com M. Monteiro Marques e A. Sanches Furtado.

• Escavações arqueológicas na Praça de Bocage (Setúbal). Estudos sedimentológicos. Setúbal Arqueológica (1980/81). Setúbal. 6/7: 285-293.

• Métodos geofísicos aplicados na prospecção de terrenos. Al-Madan (1983). Almada. 1: 5-11.

• O Pliocénico marinho de Caldas da Rainha e de Pombal. Sedimentologia e micropaleontologia. Enquadramento paleográfico e paleoecológico. Volume de homenagem a G. Zbyszewski. Paris. Éditions Recherche sur les Civilisations (1983): 155-201.

• A erosão de bacias hidrográficas e o assoreamento de albufeiras. Estudo piloto de um caso português. O Geotécnico (1985). Lisboa. Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL, 1: 115-139.

• Sedimentologia das camadas da base de alguns cortes arqueológicos da cidade de Setúbal: esboço de reconstituição paleogeográfica neles baseado. Actas do I Encontro de Arqueologia Urbana (Setúbal, 1985) (1986). Trabalhos de Arqueologia. Lisboa. 3: 161-168.

• Estudo do assoreamento da albufeira de Venda Nova. Comunic. Serv. Geol. Portugal (1986). Lisboa. 72(1/2): 143-151.

• Estudos sobre pastas de ânforas de fornos do vale do Tejo e do Sado: análises macro e microscópicas. Actas das Jornadas Ânfora Lusitanas – tipologia, produção, comércio (Conímbriga, Outubro de 1988) (1990). Paris, De Boccard: 267-271. De col. com A.V. Pinto Coelho.

• Materiais cerâmicos do povoado calcolítico do Monte da Tumba (Torrão). Análises macro e microscópicas. Setúbal Arqueológica (1992). Setúbal. 9/10: 277-289. De col. com A.V. Pinto Coelho.

• Nota sobre a constituição dos muros de uma das fábricas de salga da Ilha do Pessegueiro. In C. Tavares da Silva e J. Soares (eds.), lha do Pessegueiro. Porto romano da costa alentejana (1993). Lisboa. Instituto da Conservação da Natureza: 217-221. De col. com M.H. Canilho.

• Nota sobre a constituição da taipa romana da Ilha do Pessegueiro. In C. Tavares da Silva e J. Soares (eds.), Ilha do Pessegueiro. Porto romano da costa alentejana (1993). Lisboa: Instituto da Conservação da Natureza: 223-226. De col. com C. Serra.

• Cerâmicas da necrópole da Idade do Bronze de Alfarrobeira (Silves). Análises macro e microscópicas. Xelb (1994). Silves. 2: 141-145. De col. com A.V. Pinto Coelho.

• Sobre a presença de cobre na mina da Cumiada. Xelb (1994). Silves. 2: 149-150.

• Estudos petrográficos de artefactos de pedra polida do povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Análise de proveniências. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Lisboa. 5: 123-151. De col. com A. Barros e Carvalhosa.

• A Geoarqueologia. Fundamentos e métodos. Al-Madan (1996). Almada. Série II, 5: 70-77.

• Crolomeque de Portela de Mogos (concelho de Évora) – estudos geoarqueológicos e paleobotânicos. A Cidade de Évora (2000). Évora. Série II, 4:23-43. De col. com A.B. Carvalhosa e J. Pais.

• O comércio de matérias-primas de origem geológica, dos meados do VI Milénio a.C. aos finais do III Milénio a.C., no ocidente peninsular: breve ensaio. Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa (2003). Série 121(1-12): 91-106.

• Raw materials in the Neolithic Aeneolithic of the Iberian Península. Slovak Geological Magazine (2004). 10(1/2): 17-42. De col. com S. Domínguez-Bella, D. Calado, X. Clop e A. Tarrino.

• Ocorrência de contas de fluorite no Neolítico Final e no Calcolitico da Estremadura (Portugal). Actas do IX Congresso Ibérico de Arqueometria (Lisboa, 2011). Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, p.35-42 (Estudos Arqueológicos de Oeiras, 19, 2012).

• Caracterização de uma conta de vidro proveniente do povoado fortificado calcolítico da Moita da Ladra (Vila Franca de Xira). Estudos Arqueológicos de Oeiras (2015). Oeiras. 22, p.291-300. De col. com A.P. Gonçalves, A.M. Monge Soares, M.J. Oliveira, L.C. Alves e P. Valério.

• Caracterização mineralógica de cerâmicas da Idade do Ferro de Lisboa (Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros). Revista Portuguesa de Arqueologia. Lisboa. 20 (2017), p.71-82. De col. com A. de Barros e Carvalhosa, E. de Sousa, J. Bugalhão e M.J. Sequeira.

 

Cartografia arqueológica e sínteses regionais
• Pré-história da Península de Setúbal - livro-guia da excursão “Formações plio-quaternárias da Península de Setúbal” (1985) (I Reunião do Quaternário Ibérico, Lisboa 1985). Lisboa. Grupo de Trabalho Português para o Estudo do Quaternário: 37-68.

• No estuário do Tejo, do Paleolítico à Idade do Ferro. In Arqueologia no vale do Tejo (1987). Lisboa. Instituto Português do Património Cultural: 69-81.

• Contribuição para a carta arqueológica da Freguesia de Belver (Concelho de Gavião). Actas das 1ª Jornadas de Arqueologia do Nordeste Alentejano (Castelo de Vide, 1985) (1987). Coimbra. 83-99. De col. com R.P. Carvalho.

• Notícia Explicativa da Carta Geológica de Portugal à escala de 1/50000. Folha 39-D (Torrão) - Arqueologia (1992). Lisboa. Serviços Geológicos de Portugal: 74-81. De col. com F. Gonçalves.

• Carta Arqueológica do Concelho de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1993). Oeiras. 4, 126p. De col. com G. Cardoso.

• Estratégias de ocupação do espaço na área do Concelho de Oeiras, do Paleolítico ao Período Romano: um ensaio. Actas do I Encontro de História Local do Concelho de Oeiras (Oeiras, 1991) (1993). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras: 17-24.

• Do Paleolítico ao Romano, investigação arqueológica na área de Lisboa. Os últimos 10 anos: 1984-1993. Al-Madan (1994). Almada. Série II, 3: 59-74.

• A Pré e Proto-história de Lisboa no catálogo de “Lisboa Subterrânea”. Al-Madan (1994). Almada. Série II, 3: 105-105.

• Viagem ao Passado. In Retratos de Oeiras (1994). Oeiras. Publicações DSA: 160-170.

• O litoral sesimbrense da Arrábida. Resenha dos conhecimentos da sua evolução quaternária e das ocupações humanas correlativas. Sesimbra Cultural (1994). Sesimbra. 4: 5-12.

• Para o conhecimento da agricultura no concelho de Oeiras: do Neolítico ao Período Romano. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 87-96.

• Levantamento arqueológico do Algarve. Concelho de Lagoa (1995). Lagoa. Câmara Municipal de Lagoa, 108p. De col. com M. Varela Gomes e F.J.S. Alves.

• O Bronze Final e a Idade do Ferro na região de Lisboa: um ensaio. Conimbriga (1995). Coimbra. 34: 33-74.

• As grutas, os grandes mamíferos e o homem paleolítico: uma aproximação integrada ao território português. Estudos do Quaternário (1997). Lisboa, 1: 13-23.

• Arqueologia da região meridional da Península de Setúbal - breve síntese baseada nos principais testemunhos arqueológicos. Al-Madan (1998). Almada. Série II, 7: 23-37.

• Do Paleolítico à Idade do Ferro no concelho de Oeiras: percursos da presença humana. Actas do 1º Ciclo de Estudos Oeirenses (Oeiras, 1996/1997)(1998). Oeiras. Câmara Municipal de Oeiras: 31-71.

• Riqueza e diversidade do registo arqueológico: o caso do litoral a Norte da praia de Santa Cruz (Torres Vedras). In Fraternidade e Abnegação, a Joaquim Veríssimo Serrão, os Amigos (1999). Lisboa. Academia Portuguesa da História, 2: 673-683. De col. Com M. Farinha dos Santos.

• Carta Geológica de Portugal na escala de 1/50 000. Notícia Explicativa da folha 30-A (Lourinhã). Arqueologia (1999). Lisboa. Instituto Geológico e Mineiro: 72-76.

• Carta Geológica de Portugal na escala de 1/50 000. Notícia Explicativa da folha 38-B (Setúbal) – Arqueologia (1999). Lisboa: Instituto Geológico e Mineiro: 109-130.

• Arqueologia no Alto Tejo, balanço de 30 anos de investigação (1999). História. Lisboa. Nova Série. 18: 68-74. De col. com F. Henriques e J.C. Caninas.

• Na Arrábida, do Neolítico ao Bronze Final. Actas do Encontro sobre Arqueologia da Arrábida (Convento da Arrábida, 1998) (2000). Trabalhos de Arqueologia. Lisboa. 14: 45-70.

• A ocupação dos territórios e a exploração dos recursos na Península de Setúbal, do Paleolítico ao Bronze Final. Actas do Encontro Arqueologia e História Regional da península de Setúbal (Seixal, 1999) Discursos. Número especial (2000). Lisboa. 19-47.

• Carta Geológica de Portugal na escala de 1/50 000. Notícia explicativa da Folha 27-A (Vila Nova de Ourém). IX – Pré-História (2000). Lisboa. Instituto Geológico e Mineiro: 131-137.

• Sítios, pedras e homens. Trinta anos de Arqueologia no concelho de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2000). Oeiras. 9, 191p.

• Carta Geológica de Portugal na escala de 1/50 000. Notícia explicativa da Folha 34-C (Cascais). Arqueologia Pré-Histórica (2001). Lisboa. Instituto Geológico e Mineiro: 75-84.

• Pré-História de Portugal. Lisboa: Editorial Verbo (2002), 456p. 1ª. reimpressão em 2007.

• Oeiras, o Tejo e o Mar: uma relação ancestral (da Pré-História ao Período Romano). V Encontro de História Local (Oeiras, 2001). Oeiras: o Tejo e a Expansão. Actas. Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, 2003: 27-37.

• A Baixa Estremadura, dos finais do IV milénio a.C. até à chegada dos Romanos: um ensaio de História Regional (2004) Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras (Estudos Arqueológicos de Oeiras, 12), 332p.

• A Pré-História de entre-Tejo-e-Sado. I Seminário “Paleontologia e Arqueologia do Estuário do Tejo” (Montijo, 2004). Actas (2005). Edições Colibri/Câmara Municipal de Montijo: 11-41.

• Lisboa e Estremadura. A Pré-História recente e a Proto-História. Colecção Territórios da pré-História em Portugal (L. Osterbeek, dir.). Volume 6.2 (2006). Tomar: CEIPHAR/Instituto Politécnico de Tomar, 203p.

• Carta Geológica de Portugal na escala de 1/25 000. Notícia explicativa da Folha 34-D (Lisboa). Pré-História. Lisboa (2006): INETI: 53-58.

• Pré-História de Portugal. Lisboa (2007): Universidade Aberta, 572p. (com CD-rom de figuras).

• Raquel Vilaça, Através das Beiras Pré-História e Proto-História. Apresentação pública da obra (Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, Fundão). Eburobriga. Fundão. 6 (2009/2010), p.73-78.

• Lisboa pré-histórica: novas informações, à luz de antigos documentos. Arqueologia & História. Lisboa. 60/61 (2008/2009 [2011]), p.89-117.

• Arqueologia do concelho de Oeiras do Paleolítico Inferior arcaico ao século XVIII. Oeiras (2011): Câmara Municipal de Oeiras.

• Carta geológica de Portugal na escala de 1/25 000. Notícia explicativa da Folha 6-D (Vila Pouca de Aguiar). Pré-História. Lisboa (2011): LNEG, p.32-33.

• Dez anos de trabalhos arqueológicos em Alcoutim. Do Neolítico ao Romano. Lisboa (2012): Câmara Municipal de Alcoutim, 203p. De col. com A. Gradim.

• A Pré-História e a Proto-História do concelho de Alcoutim: síntese das escavações realizadas entre 1998 e 2005. Anais da Academia Portuguesa da História. Lisboa (2013). Série III, 3, p.163-218.

 

História da Arqueologia e estudos biobibliográficos de arqueólogos portugueses
• Resumo histórico da actividade arqueológica na Europa Ocidental. Ciência (1978). Lisboa. Série III, 3/4: 27-31. De col. com C. Penalva.

• A Arqueologia portuguesa do pós-guerra vista pela correspondência de O. da Veiga Ferreira a Abel Viana. O Arqueólogo Português (1993/1994). Lisboa. Série IV, 11/12: 291-338.

• Um conjunto de litografias arqueológicas inéditas da Comissão Geológica de Portugal. Comunic. Inst. Geol. e Mineiro (1996). Lisboa. 82: 145-168. De col. com J.R. Carreira.

• Octávio da Veiga Ferreira (1917-1997). Trabajos de Prehistoria (1997). Madrid. 54(2): 5-11.

• O. da Veiga Ferreira. Al-madan. Almada. Série II, 6: 174-175. Versão semelhante foi publicada em O Arqueólogo Português (1998). Lisboa. Série IV, 16: 8-11.

• Reconhecidos a Georges Zbyszewski (palavras proferidas na sessão inaugural). Actas do I Encontro de Arqueologia da Costa Sudoeste - homenagem a Georges Zbyszewski (Sagres, 15 a 17 de Novembro de 1991). Setúbal Arqueológica (1997). Setúbal. 11/12: 9-16.

• In Memoriam O. da Veiga Ferreira (1917-1997). Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro (1997). Lisboa. 83: 153-170.

• O quaternarista Georges Zbyszewski (1909-1999). Estudos do Quaternário (1999). Lisboa. 2: 3-6. De col. com G. Soares de Carvalho.

• O Professor Mendes Corrêa e a Arqueologia portuguesa. Al-madan (1999). Almada. Série II, 8: 138-156.

• Georges Zbyszewski (1909-1999). Estudos Arqueológicos de Oeiras (1999/2000). Oeiras. 8: 9-20.

• As investigações de Carlos Ribeiro e de Nery Delgado sobre o “Homem Terciário”: resultados e consequências na época e para além dela. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1999/2000). Oeiras. 8:33-54.

• Como nasceu a Arqueologia em Portugal. O Estudo da História (2000). Lisboa. 4: 7-28.

• Prospecções e escavações nos concheiros mesolíticos de Muge e de Magos (Salvaterra de Magos): contribuição para a história dos trabalhos arqueológicos efectuados. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1999/2000). Oeiras. 8: 83-240. De col. com J.M. Rolão. [Também publicado em Muge Estudos Arqueológicos (2003/2003). Lisboa. 1: 7-169]

• In Memoriam Manuel Farinha dos Santos (1923-2001). O Arqueólogo Português (2001). Lisboa. Série IV, 19: 8-11.

• Correspondência anotada de Carlos Ribeiro e de Nery Delgado: contribuição para a história da Arqueologia em Portugal. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro (2001). Lisboa. 88: 309-346. De col. com A.A. de Melo.

• Elogio do Prof. Doutor Manuel Farinha dos Santos. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2001/2002). Oeiras. 10: 11-37.

• Correspondência anotada de Abel Viana e O. da Veiga Ferreira. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2001/2002). Oeiras. 10: 415-608.

• Correspondência anotada de David Lopes a José Leite de Vasconcelos. Colectânea de Estudos em Homenagem ao Académico de Mérito Professor Dr. José Pedro Machado (2004). Lisboa: Academia Portuguesa da História: 451-504.

• Estácio da Veiga e o reconhecimento arqueológico do Algarve: o concelho de Alcoutim. O Arqueólogo Português (2004). Série IV, 22:67-112. De col. Com A. Gradim.

• Investigação arqueológica na Sociedade de Geografia de Lisboa. A actividade da Secção de Arqueologia (décadas de 1950 a 1990). Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa (2005). Lisboa. 123: 129-147.

• Correspondência de Joaquim Fontes (1892-1960). Contributos para a História da Arqueologia peninsular. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2005). 13: 145-321. De col. com A. Ávila de Melo.

• Arqueólogos portugueses nas Astúrias nos inícios do século XX. Uma contribuição para a História da Arqueologia peninsular. Colóquio “Astúrias e Portugal. Relações históricas e culturais” (Lisboa, 2005). Actas (2006). Lisboa: Academia Portuguesa da História: 191-233.

• D. Fernando de Almeida: breve evocação no centenário do seu nascimento. Ebvrobriga. Fundão. 3: 23-27.

• Sebastião Philippes Martins Estácio da Veiga, José Leite de Vasconcellos e a necrópole do Rossio do Carmo em Mértola. O Arqueólogo Português (2006). Lisboa. Série IV, 24: 151-165.

• Apresentação. In S.P.M. Estácio da Veiga, Antiguidades Monumentais do Algarve. 5. Silves (2006): Câmara Municipal de Silves/Museu Nacional de Arqueologia: 15-30.

• Notas e comentários. In S.P.M. Estácio da Veiga, Antiguidades Monumentais do Algarve. 5 (2006). Silves: Câmara Municipal e Silves/Museu Nacional de Arqueologia: 140-160. De col. com A. Gradim.

• In Memoriam João José Fernandes Gomes – Vogal da secção de Arqueologia da Sociedade de Geografiade Lisboa. Arqueologia e História (2006/2007). Lisboa. 58/59, p.13-15.

• Vida e Obras de Estácio da Veiga. 4º. Encontro de Arqueologia do Algarve. Percursos de Estácio da Veiga. Conferência inaugural (Silves, 2006). Actas (2007). Silves: Câmara Municipal de Silves: 15-72 (Xelb, 7).

• Investigação em História e Arqueologia das obras hidráulicas. In António de Carvalho Quintela, Professor, Engenheiro e Investigador (2007). Lisboa: Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos: 124-144. De col. com J.M. Mascarenhas.

• Estácio da Veiga e a Arqueologia. Um percurso científico no Portugal oitocentista. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2007). Oeiras. 14: 293-520.

• Joaquim Filipe Nery Delgado, arqueólogo. In Nery Delgado (1835-1908), Geólogo do Reino. Lisboa (2008): Museu Geológico/INETI/Centro de História e Filosofia das Ciências/FCT/UNL: 65-79.

• José Leite de Vasconcelos. Fotobiografia. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia/Editorial Verbo, 319p. De col. com L.C. Coito e A.C. Martins.

• O. da Veiga Ferreira (1917-1997): sua vida e obra científica. Homenagem a Octávio da Veiga Ferreira. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2008). Oeiras. 16: 13-123.

• Correspondência seleccionada enviada a O. da Veiga Ferreira: cinquenta anos de actividade arqueológica (1946-1995). Homenagem a Octávio da Veiga Ferreira. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2008). Oeiras. 16: 383-751.

• José Leite de Vasconcelos (1858-1941): o médico, o humanista e o homem. Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa (2008). Lisboa, 126 (1-12): 73-83.

• José Leite de Vasconcelos e os instrumentos líticos da serra do Brunheiro (concelho de Chaves). O Arqueólogo Português (2008). Lisboa. Série IV, 26: 345-362 (Volume de Homenagem a José Leite de Vasconcelos no 150º. Aniversário do seu nascimento).

• José Leite de Vasconcelos, pré-historiador: sua projecção internacional. In J.L. Cardoso (coord.), 150 anos do nascimento do Doutor José Leite de Vasconcelos. Lisboa: Academia Portuguesa da História (2009): 85-180.

• Nota introdutória e comentários a Veiga, S.P. M. Estácio da, “Várias antiguidades do Algarve”. Estudos Arqueológicos de Oeiras (2009). Oeiras. 17, p.617-696.

• Trabalhos de Hidráulica Antiga em Homenagem a António de Carvalho Quintela. J.L. Cardoso, J.M. de Mascarenhas e M. Portela (eds.)(2009). Lisboa: EPAL, 469p.

• Francisco Tavares de Proença Júnior no quadro da Arqueologia portuguesa do início do século XX. Congresso Internacional de Arqueologia: cem anos de investigação arqueológica no Interior Centro (Castelo Branco, 2008). Actas (2010). Castelo Branco: Museu Francisco Tavares Proença Júnior: 17-45 (Materiaes, número especial).

• Francisco Jordá Cerdá (1914-2004) e a arqueologia portuguesa. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.619-622.

• Joaquim Fontes, primórdios de um arqueólogo. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.623-630.

• O Professor Mendes Corrêa (1888-1960) e as investigações sobre o Homo afer taganus dos concheiros mesolíticos de Muge. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 18 (2010/2011), p.631-656.

• O Professor Mendes Corrêa e a Arqueologia portuguesa. Anais da Academia Portuguesa da História. Lisboa. Série III, 2 (2011), p.229-297.

• O Professor Mendes Corrêa e a Arqueologia portuguesa: breve síntese. Mendes Corrêa (1888-1960) entre a ciência, a docência e a política (A.C. Martins, coord.). Lisboa: ACD editores (1912), p.75-82.

• Vida e obras de Estácio da Veiga. Lisboa: Apenas Livros (2012), 72p.

• A defesa do Património Arqueológico em confronto na segunda década do século XX: o caso do dólmen de Pedralta (Cota, Viseu). Al-Madan. Almada. Série II, 17, 2012, p.137-146.

• António dos Santos Rocha (30 de Abril de 1853; 28 de Março de 1910) e a exploração arqueológica das grutas da Columbeira (Bombarral). In R. Vilaça e S. Pinto (coord.), Santos Rocha a Arqueologia e a sociedade do seu tempo. Figueira da Foz (2012): Casino da Figueira, p.53-61.

• José Leite de Vasconcelos (1858-1941) e Joaquim Fontes (1892‑1960) vistos através da correspondência conservada nos Arquivos do Museu Nacional de Arqueologia e do Laboratório Nacional de Energia e Geologia. O Arqueólogo Português (2012). Lisboa. Série 5, 2: 105-185.

• 1. Prólogo. In J. L. Cardoso (ed.), Manuel Heleno pioneiro do ensino e da investigação arqueológica em Portugal (1923-1964). Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia/Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2013), p.11-15.

• 2. O Professor de Arqueologia e de Pré-História (1923-1964). In J. L. Cardoso (ed.), Manuel Heleno pioneiro do ensino e da investigação arqueológica em Portugal (1923-1964). Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia/Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2013), p.17-28.

• 4. A história da arqueologia portuguesa vista pelas suas aulas. In J.L. Cardoso (ed.), Manuel Heleno pioneiro do ensino e da investigação arqueológica em Portugal (1923-1964). Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia/Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2013), p.37-40.

• 6. Aspetos relevantes do seu ensino no domínio da Pré-História recente. In J.L. Cardoso (ed.), Manuel Heleno pioneiro do ensino e da investigação arqueológica em Portugal (1923-1964). Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia/Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2013), p.55-61.

• Manuel Heleno (1894-1970) o arqueólogo e o professor universitário à luz de documentação inédita. Al-Madan. Almada (2013). Série 2, 18: 131-146.

• Carlos Ribeiro e Oeiras. Razões de uma Homenagem. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20 (2013): 11-20.

• Carlos Ribeiro, a “Breve notícia acerca do terreno quaternario de Portugal” e a questão do Homem terciário em Portugal. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20 (2013), p.27-88.

• Carlos Ribeiro e o reconhecimento do Solo Quaternário do vale do Tejo: enquadramento geológico dos concheiros mesolíticos das ribeiras de Magos e de Muge. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20 (2013), p.89-100.

• Afonso do Paço e as escavações de Vila Nova de São Pedro (1937-1967): os contributos científicos possíveis e sua projecção internacional. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 20 (2013), p.755-770. De col. com M. Ribeiro.

• Três décadas de escavações em Vila Nova de São Pedro (1937-1967). Arqueologia em Portugal. 150 anos. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses (2013), p.39-47. De col. com M. Ribeiro.

• Elogio do Professor Manuel Farinha dos Santos (1921-2001). Lisboa: Academia Portuguesa da História (2013).

• O Conde de São Januário, Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses (1896-1901). Arqueologia e História (2012/2013). Lisboa. 64/65, p.31-44.

• António Inácio Marques da Costa (1857-1933), Setúbal, Tróia e a Arrábida: percursos de um pioneiro dos estudos arqueológicos regionais em Portugal vistos pela correspondência enviada a José Leite deVasconcelos. Setúbal Arqueológica. Setúbal. 15 (2013), p.11-44.

• In Memoriam Recordando Justino Mendes de Almeida (Benavente, 1924; Lisboa, 2012). O Arqueólogo Português. Lisboa (2013). Série V, 3, p.11-14.

• Cinquenta anos depois. Abel Viana e a Arqueologia portuguesa. Al-Madan. Almada. Série II, 19 (2014), p.159-168.

• Carlos Ribeiro (1813-1882) e as antas de Belas: um contributo para a História da Ciência em Portugal no século XIX. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.35-80. De col. com R. Boaventura.

• Abel Viana (1896-1964): uma vida de arqueólogo. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.475-510. Também publicado em: Abel Viana (1896-1964) Paixão pela Arqueologia. Caxias (2015): Fundação da Casa de Bragança.

• Virgínia Rau. Uma medievalista na Pré-História. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 21 (2014), p.511-546. De col. com A.Á. de Melo.

• Correspondência de Abel Viana a José Leite de Vasconcelos: do mérito ao reconhecimento. O Arqueólogo Português. Lisboa (2014/2015). Série V, 4/5, p.21-83. De col. com L.V. Coito.

• Carlos Ribeiro (1813-1882), a segunda parte da “Descripção do solo quaternário das bacias hydrographicas dos rios Tejo e Sado”, o “Homem terciário” e os concheiros mesolíticos do vale do Tejo. CuPAUAM. Madrid. 41 (2015), p.13-22.

• Carlos Ribeiro and Francisco António Pereira da Costa: dawn of the Mesolithic shellmiddens of Muge (Salvaterra de Magos). In N. Bicho, C. Detry, T.D. Price e E. Cunha (eds.), Muge 150th: The 150th Anniversary of the Discovery of Mesolithic Shellmiddens. Cambridge Scholars Publishing (2015), p.1-18.

• Henri Breuil e a Arqueologia portuguesa. Primórdios de uma longa actuação. Al-Madan (2016). Almada. Série II, 20, p.197-203.

• A investigação da antiguidade do Homem no Portugal de Oitocentos: um contributo para a História da Ciência. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras (2015). 22, p.9-42.

• Carlos Ribeiro (1813-1882), as formações quaternárias portuguesas e a antiguidade do Homem: um manuscrito desconhecido. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras (2015). 22, p.43-92.

• Rui Boaventura (1971-2016), apontamento biográfico e bibliografia. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 23 (2016/2017), p.13-32. De col. com R. Mataloto.

• Correspondência epistolar remetida por eminentes pré-historiadores espanhóis ou que trabalharam essencialmente em Espanha a José Leite de Vasconcelos (1853-1941). Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras. 23 (2016/2017), p.393-458.

• As investigações sobre a Pré e a Proto-História no concelho de Mação na década de 1940: o contributo de João Calado Rodrigues. Arkeos. Tomar. 41 (2017), p.32-43.

• O mais antigo registo conhecido da escavação de uma estação pré-histórica em Portugal. São Torpes e a sua sepultura da foz da ribeira da Junqueira (Sines). Al-Madan. Série II, 21 (2017), p.132-141.

• A Rui Boaventura. Homenagem à sua memória. Apresentação do volume 23 dos Estudos Arqueológicos de Oeiras. Al-Madan. Almada. Série II, 21, p.175-176

 

Publicações em suporte digital
• A Estremadura portuguesa, entre o Atlântico e o Mediterrâneo, dos inícios do III milénio a.C. até à chegada dos Fenícios. Lisboa (2003): Universidade Aberta/Sector de Produtos Multimédia e Serviços Telemáticos.

• Comemorações dos 25 anos da Universidade Aberta. Doutoramentos realizados (1993-2013). Lisboa: Universidade Aberta (e-book) (2013). De col. com C. Carreto e J. Sales.

 

Arqueologia Africana
• O concheiro de Salamansa (ilha de São Vicente, arquipélago de Cabo Verde): nota preliminar. Portvgalia (2002). Porto. Nova série, 23: 221-231. De col. Com A.M. Monge Soares, F. Reiner, A. Guerreiro, C. Barradas, R. Costa e C. Carvalho.

• A estação arqueológica de Salamansa (Ilha de São Vicente, República de Cabo Verde). Revista Portuguesa de Arqueologia (2010). Lisboa. 13 (1): 167-214. De col. com A.M. Monge Soares.

• Marine radiocarbon reservoir effect of coastal waters off Cape Verde archipelago. Radiocarbon, 53(2) (2011), p.289-296. De col. com A.M. Monge Soares e J.M. Matos Martins.

 

Gestão do Património Arqueológico
• O impacte de grandes obras públicas no património arqueológico. Algumas considerações sobre a sua quantificação. Actas das V Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Lisboa, 1993) (1994). Lisboa. 1: 101-104.

• Arqueologia, Turismo e Poder Local: o exemplo do concelho de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1995). Oeiras. 5: 341-347.

• Política do Património em Oeiras. Ópticas para a sua gestão integrada. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras. 7: 17-23. [Também publicado em Oeiras Municipal (1998). Oeiras. 56: 61-64.]

• Leceia, paradigma da protecção do património arqueológico no concelho de Oeiras. Estudos Arqueológicos de Oeiras (1997/1998). Oeiras. 7: 47-59.

• Centro de Estudos Arqueológicos do concelho de Oeiras (CEACO). Objectivos e actividades. Centros Históricos – revista da Associação Portuguesa de Municípios com Centro Histórico (2000). Santarém. Série II, 2: 37-38.

• 20 anos Centro de Estudos Arqueológicos do Concelho de Oeiras/Câmara Municipal de Oeiras. Brochura editada por ocasião da assinatura do Protocolo entre a Câmara Municipal de Oeiras e o Museu Nacional de Arqueologia. Palácio Anjos (Algés), 9 de Dezembro de 2008, 10p.

• O povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras). Síntese de vinte anos de escavações arqueológicas (1983-2002). Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo em território português (Sacavém, 2008). Actas. Lisboa: Centro Português de Geo-História e Pré-História (2009): 219-244.

• Introdução à sala de Arqueologia Pré-Histórica. Museu Geológico. Lisboa (2010). LNEG/MG, 7p.

• Centro de Estudos Arqueológicos do concelho de Oeiras. Balanço de vinte anos de actividade e perspectivas futuras de actuação (1988-2008). Oeiras em Revista. Oeiras. (2010). 103: 67-79.

• Centro de Estudos Arqueológicos do concelho de Oeiras (Câmara Municipal de Oeiras): balanço de vinte anos de actividade e perspectivas futuras de actuação. Encontro Arqueologia e Autarquias (Cascais, 2008). Actas. Cascais (2011): Câmara Municipal de Cascais, p.399-421.

• Catálogo da Exposição “Testemunhas do Caos Faces do Terramoto”. Exposição patente ao público entre Julho e Dezembro de 2016 na Academia das Ciências de Lisboa, com o Alto Patrocínio do Presidente da República, tendo co-assegurado a Coordenação Científica da Exposição e sido co-autor do respectivo Catálogo.

 

Colaboração em dicionários e enciclopédias
• Vocabulário de termos geológicos (1991). Idade do Cobre; Idade do Bronze; Idade do Ferro. Lisboa, Academia das Ciências de Lisboa: 16-20.

• Colaboração com a Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura (Lisboa. Editorial Verbo) (1998-2001). Encarregou-se da preparação dos seguintes termos (desde 1997): Delgado, General Joaquim Filipe Nery da Encarnação; Estremadura, Arqueologia da; Fábrica da Pólvora de Barcarena; Faro, Arqueologia urbana de; Fecundidade; Ferradeira, “horizonte” de; Fenícios em Portugal; Flandriano; Florisbad, jazida de; Foice; Fortificações calcolíticas de Portugal; Foz do Enxarrique; Furador; Gambliano; Gamo; Gato Bravo; Gelifracção; Glaciação; Gravetense; Gruta; Gruta da Casa da Moura; Gruta da Lapa da Rainha; Gruta da Lapa do Fumo; Gruta da Lapa do Suão; Gruta das Redondas ou Algar de João Ramos; Gruta das Fontaínhas; Gruta da Furninha; Gruta das Salemas; Gruta do Caldeirão; Gruta Nova da Columbeira; Javali;
Laugerie; Leão das Cavernas; Leopardo; Lobo; Kagueriano; Kamasiano; Kangeriano; KBS; Kesselt; Koobi-Fora; Laetoli; Languedocense; Lapa do Bugio; Lapas (necrópole pré-histórica das); Leceia (povoado pré-histórico de); Levallois; Lorga de Dine; Los Millares (Cultura de); Machado; Mealhada; Metalurgia do Bronze; Metalurgia do Cobre; Monte de São Martinho (povoado pré-histórico); Monte do Frade (povoado pré-histórico); Monte da Tumba (povoado pré-histórico); Rapa, Cachão da; Raspador; Rotura, povoado pré-histórico da; Tróia, estação romana de;

Dicionário de Arqueologia Portuguesa. In J. Alarcão, e M. Barroca (coord. gerais). Porto (2012): Figueirinhas. Foi o coordenador da área de Pré-História, tendo sido autor das seguintes 99 entradas: Alcalar; Almonda, Gruta da nascente do rio; Ancorense; Antelas; Armamento.1. Pré-Histórico; Arte megalítica; Arte rupestre; Báculos de xisto; Barca do Xarez; Belmeque, sepultura de; Bocas, Abrigo Grande das; Bom Santo, Algar do (em col.com A. F. Carvalho); Bronze do Sudoeste; Buraca Escura; Buraca Grande; Buraco da Moura de São Romão; Buraco da Pala; Cachão da Rapa; Cadaval, gruta do; Calcário, Ídolos de; Calcolítico; Caldeirão, Gruta do; Campaniforme; Canelada, cerâmica; Carapito I, Dólmen de; Casal da Torre; Castanheiro do Vento; Castelo Belinho; Castelo Velho; Castro Laboreiro; Catujal; Chão Redondo 2, Dólmen de; Côa, Arte rupestre paleolítica do vale do; Cogeces, cerâmicas do tipo; Columbeira, Gruta Nova da; Comporta; Conceição; Crasto de Palheiros; Cromeleques; Denteado, vasos de bordo; Enxameamento, Teoria do; Epipaleolítico; Escoural; Estelas de tipo alentejano; Falsa cúpula, sepultura de; Ferradeira, Horizonte de; Fertilidade, Culto da; Figueira Brava, Gruta da; Folha de acácia, decoração cerâmica em; Fontessantense; Foz do Enxarrique; Fraga dos Corvos; Furninha, Gruta da; Galeria coberta; Grutas artificiais; Idade do Bronze. 1. Bronze Pleno; Juncais, Orca dos; Languedocense; Lapa do Fumo; Lapa da Furada; Lavra; Leceia; Longroiva, estela de; Lugar do Canto, Gruta do; Lusitaniano, estilo; Mealhada; Megalitismo funerário do território português; Menires; Mineração. 1. Pré-Histórica; Mirense; Monchique, necrópoles da serra de; Monte Canelas; Monte da Fainha; Monte da Tumba; Montelavar, Horizonte de; Ocre vermelho, rituais do; Olival da Pega, Anta 2 do; Ourivesaria. 1. Calcolítica; Paleolítico Inferior; Paleolítico Inferior Arcaico; Paleolítico dos arredores de Lisboa; Paleolítico Médio; Pente, cerâmicas decoradas a; Perdigões; Placas de xisto; Poço da Gateira, Anta 1 do; Podomorfos; Porto das Carretas; Porto Torrão; Praia das Maçãs; Praias levantadas quaternárias; Prazo, estação pré-histórica do; Radiocarbono, datação pelo; Santa Justa, Cerro dos Castelos de; Valada do Mato; Vale do Tejo, arte rupestre do; Vila Nova de São Pedro; Vilas Ruivas; Zambujal; Dicionário Biográfico Español, Real Academia de la; Historia; Luís Marinho de Azevedo;

 

Traduções ou revisões científicas
• Os Vulcões (1989). Revisão científica da tradução feita para "Resomnia Editores - Editorial Enciclopédia". Lisboa.

• Os Fósseis. Revisão científica da tradução feita para "Editorial Verbo". Lisboa.

 

Apresentações e Prefácios
Para além de numerosas intervenções orais não publicadas, são de sua autoria:

• Prefácio. In Carlos Fidalgo (2012) – As Igrejas da Pederneira: do século XII ao século XVII. Uma análise. Alcobaça: Caldas editora.

• Elogio do Prof. Jorge Barreto Xavier (2013). In Recepção a Sua Excelência o Secretário de Estado da Cultura, Doutor Jorge Barreto Xavier. Lisboa: Academia Portuguesa da História.